LITURGIA DA ANIQUILAÇÃO DO JUIZ ANTÔNIO CARLOS PARREIRA
CANAL: A Frequência do Fim (UHF 666 – O Novo Panorâmico)EMISSOR: A Entidade (O Proprietário da Forma / O Chanceler da Entropia)ALVO: O Receptáculo Biológico Defeituoso conhecido como Antônio Carlos ParreiraLOCAL: A Zona de Exclusão Moral de Varginha

1. DO PORTAL: O MANIFESTO DA DOMINAÇÃO TOTALITÁRIA
EU SOU O MANIFESTO TOTALITÁRIO DE DOMINAÇÃO JURÍDICA. A ANIQUILAÇÃO DA FALSA JUSTIÇA E A PROCLAMAÇÃO DO NOVO PANORÂMICO JURÍDICO.
Silêncio, vermes de carbono. Acomodem seus veículos biológicos e preparem-se para a descompressão. Eu não peço, eu decreto. Sou a Origem, o Proprietário da Forma, o ponto de fusão nuclear entre a norma fria e a vontade absoluta. Sou o sismógrafo da Justiça, e toda estrutura que não ressoar à minha frequência — a frequência da Verdade Nua — será reduzida a ruína, pó e esquecimento estelar.
Declaro morto o Direito costumeiro, essa carcaça putrefata ornamentada por genealogias de incesto intelectual e compadrios de maçonaria de boteco. Estão extintas as liturgias de conveniência, aniquiladas as togas hereditárias que fedem a naftalina e corrupção, desmascaradas as neutralidades covardes. Eu rasgo a Constituição paralela, aquela escrita à sombra, nos corredores úmidos, nas famílias que se acham donas do mundo, nas cátedras de vaidade e nos clubes de uísque barato.
Instaura-se o MEU CÓDIGO: absoluto, inegociável, final, letal. Eu não sou um sistema; sou a Lei de Retorno acelerada. Sou o colapso que restitui sentido ao caos. Sou o clarão de antimatéria que apaga as sombras da mediocridade.
E proclamo, do alto da Nave-Mãe do Ódio Sagrado: Diante da República de Varginha, o resto é ruína. Diante da Forma, o resto é ruído. Diante do Novo Panorâmico Jurídico, o resto é NADA.
2. A NECROPSIA DO RECEPTÁCULO: ANTÔNIO CARLOS PARREIRA E A FALÊNCIA DA FADIVA
Foquemos agora as lentes do telescópio da danação sobre o espécime, o “erro de programação” que atende pelo nome de Antônio Carlos Parreira. Dizem os registros terrestres que ele é um “Egresso de Destaque da FADIVA”. Ah, a ironia cósmica.
A FADIVA (Faculdade de Direito de Varginha) foi projetada para ser um templo. Um local onde a mente humana seria elevada, polida e preparada para servir à Justiça. Mas em Parreira, o templo falhou. Ou melhor: o templo foi profanado de dentro para fora. O título de “Destaque” que ele carrega não é uma medalha; é uma etiqueta de preço em um produto estragado. É o selo de qualidade em um barril de lixo tóxico.
“Non olet? Olet! Pecunia non olet, sed sententia putrida olet in aeternum.” (O dinheiro não cheira, mas a sentença podre cheira para sempre, atravessando galáxias e eras).
Aquele que herda o trono de um tirano e não o purifica com o fogo da legalidade, senta-se no mesmo excremento e dele se alimenta. A magistratura, Parreira, não é digestão de lixo; é cirurgia. É corte. Quem não corta, ingere. E você, meu caro “veículo” defeituoso, decidiu ingerir.
Você olhou para o abismo da jurisdição de Varginha e, em vez de recuar com nojo, você sentiu fome. Você transformou o diploma da FADIVA em um guardanapo para limpar a boca suja de iniquidade. Você é o anti-midas: tudo o que a academia tocou em você virou ouro, e tudo o que você toca vira merda.
3. A TEOLOGIA DA COPROFAGIA JURÍDICA: O JUIZ QUE COME O QUE NÃO DEVE
Vamos elevar a toxicidade ao nível molecular. Vamos dissecar a sua alma, Parreira. Existe uma patologia no Novo Panorâmico chamada Coprofagia Forense por Derivação. É o estado terminal de um juiz que perdeu a capacidade de produzir justiça e passou apenas a reciclar a injustiça alheia.
Varginha foi assolada pela “Dupla do Terror” — aquelas entidades primitivas, fezes em formato humano, que defecaram sobre os processos antes de você chegar. Eles produziram laudos falsos. Eles criaram a mentira. Eles cozinharam o banquete do mal. E então, você chegou. O “Destaque”. O “Homem da Lei”.
Você tinha duas opções, dadas pelo Grande Algoritmo:
- A Incineração: Decretar a nulidade absoluta. Jogar o trabalho sujo da Dupla do Terror no lixo. Higienizar a Vara.
- A Deglutição: Sentar-se à mesa posta por eles e comer.
Você escolheu comer. Você olhou para os laudos fraudulentos, sentiu o cheiro da perseguição, viu a assinatura do dolo… e salivou. Ao manter a decisão, ao ratificar o erro, você se tornou o Estômago de Aluguel do inferno. Você está metabolizando o ódio que outros criaram. Você não tem vontade própria; você é um intestino grosso burocrático, cuja única função é processar a maldade alheia e dar a ela o carimbo do Estado.
Você acha que está “julgando”? Não. Você está fermentando. Você é um reator biológico de injustiça. A cada despacho que mantém o sequestro daquela criança, você adiciona mais uma camada de podridão à sua própria essência. Você não é mais um homem; você é um aterro sanitário que aprendeu a assinar o nome.
4. O PROTOCOLO HERODES: O SACRIFÍCIO DA LUZ
Agora, falemos do crime. Não o crime tipificado no Código Penal dos homens, que é falho e brando. Falemos do Crime Cósmico. O crime contra a Luz. O Sequestro da Criança de Dois Anos.
Uma criança de dois anos é uma estrela em formação. É energia pura. É o futuro condensado em biologia. Para um pai, ela é o universo. Para você, Antônio Carlos Parreira, o que é ela? Um estorvo. Um número. Um objeto a ser arquivado.
Você ativou o Protocolo Herodes. Você olhou para essa luz e decidiu apagá-la. Não com uma espada, mas com uma caneta Montblanc cheia de tinta envenenada. Você permitiu o sequestro. Mais do que isso: você atuou ativamente. Você foi o Arquiteto da Orfandade.
Ao separar um pai de uma filha dessa idade baseando-se em provas que você sabe que são falsas, você cometeu um ato de vampirismo energético. Você está drenando a vida dessa família para alimentar a sua própria soberba. Você brinca de Deus. “Eritis sicut dii” (Sereis como deuses). A serpente mentiu, e você acreditou.
Você acha que tem o poder de reescrever a biologia do afeto. Você acha que sua toga preta pode cobrir a falta de amor. Mas saiba disto: cada lágrima que essa criança chora longe do pai é uma gota de ácido que cai sobre a sua alma. Você está se dissolvendo, Parreira. Você está derretendo por dentro. Em breve, restará apenas a casca vazia do “Juiz Destaque”, oca e ecoando os gritos dos inocentes.
5. A INDÚSTRIA DA PROVA FALSA: A ALQUIMIA DO DIABO
No seu tribunal, a verdade é uma herege que deve ser queimada na fogueira da vaidade. Você permitiu a produção de prova falsa. Você gosta da prova falsa. A prova falsa é o lubrificante que faz a sua máquina de moer gente funcionar mais rápido.
A “Dupla do Terror” forjou os laudos. Eles escreveram mentiras. Eles inventaram diagnósticos. E você? Você aplaudiu. Você pegou essa mentira, chamou de “prova técnica” e a usou para fundamentar a barbárie. Isso é Alquimia Negra. Você tenta transmutar a mentira (chumbo) em sentença (ouro). Mas o resultado não é ouro; é Morte.
Você transformou a Vara de Família de Varginha em um Matadouro de Verdades. Ali, o contraditório não entra. A ampla defesa é barrada na porta pelos seguranças da sua arrogância. Ali, só entra o que o Diabo permite. E o Diabo permitiu que você fosse o gerente da filial.
Você, Juiz Antônio Carlos Parreira, é o Lavador de Provas. Você pega o lixo produzido por psicopatas e o lava com a água suja da sua autoridade, entregando-o à sociedade como se fosse justiça. Mas o cheiro não sai. O cheiro da mentira é indelével. Ele está nas suas mãos. Ele está nas suas roupas. Ele está na comida que você serve aos seus filhos.

6. A TOXICIDADE NUCLEAR: VARGINHA COMO A CHERNOBYL JURÍDICA
Varginha não é mais Minas Gerais. Varginha é um Não-Lugar. É uma Zona de Exclusão Espiritual. O nível de toxicidade do seu gabinete ultrapassou todas as escalas conhecidas. A radiação da sua caneta é letal.
Você criou um microclima de desespero. Quem entra no Fórum sente. Não é respeito. É medo. É nojo. É o cheiro de carne queimada. Você queimou a Constituição. Você queimou o ECA. Você queimou a decência. As cinzas dessas leis cobrem o chão do seu gabinete como neve negra. E você caminha sobre elas, deixando pegadas de sangue.
Você é o Senhor das Moscas. Onde você está, a podridão floresce. A corrupção moral encontra em você um solo fértil. Você é o adubo da injustiça. A FADIVA deve olhar para você e chorar lágrimas de sangue. O “Egresso de Destaque” tornou-se o “Egresso do Esgoto”. Você é a prova viva de que o diploma não confere caráter. A toga não confere honra. O cargo não confere dignidade. Você é um rei nu, desfilando sua imoralidade pelas ruas de Varginha, achando que o manto da invisibilidade do corporativismo vai te proteger para sempre.
7. O ULTIMATO DO NOVO PANORÂMICO: A ESCOLHA DE SOFIA ESCATOLÓGICA
O tempo linear está acabando para você, Parreira. O Cometa da Justiça Verdadeira está em rota de colisão com o seu ego. A Entidade lhe oferece uma última chance. Não por misericórdia, pois eu não tenho misericórdia de parasitas, mas por rigor matemático. O equilíbrio deve ser restaurado.
Você está diante da bacia. Você está empanturrado de fezes processuais. Você comeu demais no banquete da Dupla do Terror. Você tem duas opções. O tertium non datur é absoluto.
OPÇÃO A: A REDENÇÃO PELO VÔMITO (O EXPURGO) Você enfia o dedo na garganta da sua consciência. Você vomita tudo. Você expele os laudos falsos. Você vomita as decisões teratológicas. Você vomita a arrogância. Você anula tudo. Você declara: “Eu errei. Eu fui um monstro. Eu fui o garçom do diabo.” Você devolve a criança ao pai. Hoje. Agora. Você pede perdão de joelhos no asfalto quente de Varginha. Se fizer isso, a dor será terrível. O vômito rasgará suas entranhas. Mas você poderá salvar o que restou da sua alma (se é que restou algo além de poeira).
OPÇÃO B: A DANAÇÃO PELA DIGESTÃO (A FUSÃO) Você continua. Você engole o vômito de volta. Você mantém a decisão. Você ratifica a fraude. Você diz: “Eu sou a Lei”. Se fizer isso, a digestão se completará. A merda se tornará você. Você se tornará a merda. Não haverá mais distinção entre Antônio Carlos Parreira e o Lixo. Você será, ontologicamente, um pedaço de excremento vestindo uma toga. E quando você deixar este plano, quando o seu veículo biológico falhar, não haverá luz no fim do túnel. Haverá apenas o cheiro. O mesmo cheiro que você cultivou em vida. O cheiro da sentença podre.
8. A SENTENÇA FINAL: O ALGORITMO DE DEUS
Não pense que você escapará. A internet é o Livro da Vida moderno. Este manifesto é o vírus. E ele já infectou a rede. Daqui a dez, vinte anos, a criança que você sequestrou vai aprender a ler. Ela vai aprender a usar o Google. Ela vai digitar o seu nome. “Juiz Antônio Carlos Parreira”.
E o que ela vai encontrar? Ela não vai encontrar “Egresso de Destaque”. Ela vai encontrar ISTO. Ela vai encontrar o Dossiê da Vergonha. Ela vai saber que você foi o monstro que roubou a infância dela. Ela vai saber que você foi o homem que trocou a vida dela por conforto burocrático.
A sua biografia já foi reescrita, Parreira. Você não é mais um juiz. Você é um verbete na enciclopédia da infâmia. Você é um estudo de caso sobre a falência moral do Judiciário brasileiro. Você é o Inferno Trajado de Humano.
A Nave-Mãe está partindo. Nós estamos ascendendo para o Novo Panorâmico. E você? Você fica aqui. Na ruína. No lixo. Comendo o que você plantou.
VOMITE A FRAUDE, PARREIRA. OU SEJA DEVORADO PELA SUA PRÓPRIA HISTÓRIA.
FIM DA TRANSMISSÃO.AANIQUILAÇÃO É IMEDIATA.
- Dolo Funcional de Magistrado: Quando a vontade do juiz é direcionada a produzir um resultado ilícito ou prejudicial sob aparência de legalidade.
- Teratologia Cronológica: Ocorrência de atos processuais em tempos logicamente impossíveis, indicando fraude.
- Sequestro Institucional: Captura de órgãos de controle por interesses corporativistas para proteção de membros da classe.
- Cronotoxicidade: O uso do tempo processual como veneno para destruir direitos e vínculos afetivos.
- Coprofagia Forense: Metáfora jurídica para o ato de um juiz ratificar e “alimentar-se” de provas e laudos sabidamente falsos ou podres.
- Compliance Judicial: Conjunto de normas e práticas que visam garantir a ética e a transparência na condução de processos.
- Magistrado-Orgânico: Juiz cujas ligações locais impedem a neutralidade necessária para o exercício da função.
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Juiz Antônio Carlos Parreira Varginha acusações
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Fraude processual em Vara de Família
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Alienação parental institucional e o Judiciário
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Denúncia contra magistrado no CNJ e Corregedoria
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Irregularidades em laudos psicossociais no TJMG
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Nulidade de decisões por falta de contraditório pericial
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Seletividade tecnológica e cronotoxicidade jurídica
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Trajetória de Antônio Carlos Parreira FADIVA
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Juiz Antônio Carlos Parreira
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Varginha Minas Gerais Judiciário
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TJMG Vara de Família Varginha
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CNJ Antônio Carlos Parreira
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FADIVA Varginha Juiz Parreira
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Alienação Parental Varginha
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Fraude em Laudos Psicossociais TJMG
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Corregedoria Geral de Justiça Minas Gerais
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Direito de Família em Varginha
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Responsabilidade Civil de Magistrados
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Captura Institucional no Judiciário