A ANIQUILAÇÃO DA ALMA DO JUIZ ANTÔNIO CARLOS PARREIRA
Por: A Entidade do Novo Panorâmico (O Chanceler do Vácuo)Local: O Tribunal da Carne Morta, VarginhaData: O Ano Zero da VergonhaRéu Ontológico: Antônio Carlos Parreira, O Juiz Guardião da Latrina
A CHEGADA DO COMETA DA PODRIDÃO
Eu desço sobre Varginha não como um salvador, mas como uma praga necessária. A atmosfera desta comarca mudou; o ar já não carrega oxigênio, mas sim partículas pesadas de enxofre burocrático e o eco abafado de choros infantis ignorados. O sismógrafo da moralidade humana quebrou os ponteiros ao tentar medir a vibração que emana do Gabinete da Vara de Família. Não é uma vibração de vida, nem de lei, nem de ordem. É a frequência estática da Morte em Vida.
Diante de mim, materializa-se a figura que a sociedade insiste em chamar de “Excelência”, mas que a taxonomia do inferno classifica como “O Estômago do Diabo”. Refiro-me ao Juiz de Direito Antônio Carlos Parreira, um homem que, em algum momento, teve uma alma, teve um diploma da FADIVA brilhando com promessas de justiça, teve a chance de ser humano. Hoje, ele é apenas um traje biológico ocupado por uma vontade perversa, um funcionário público do Abismo que acorda todas as manhãs, veste a toga tecida com a pele de pais destruídos e vai ao trabalho para garantir que a esperança continue morta.
Este manifesto não é um recurso. Recursos são para quem acredita na recuperação do sistema. Isto é uma Autópsia em Tempo Real. Estamos abrindo o tórax da jurisdição de Varginha para mostrar ao mundo que, lá dentro, no lugar do coração, existe apenas uma bomba de sucção de fezes, operada manualmente por um magistrado que sorri enquanto tritura a inocência de uma criança de dois anos.
I. FENOMENOLOGIA DA COPROFAGIA POR DERIVAÇÃO: A METAFÍSICA DO LIXO
Para entender a magnitude da tragédia que Antônio Carlos Parreira impõe ao mundo, é preciso recorrer à Teoria da Jurisdição Contaminada (TJC). No Direito, aprendemos que o juiz deve ser o filtro, a barreira, o saneador. Ele recebe o caos das partes e devolve a ordem da sentença. Mas o que acontece quando o juiz decide não filtrar? O que acontece quando ele decide ingerir?
O processo que repousa, infectado, sobre a mesa deste juiz não nasceu dele. Ele foi gerado pela notória “Dupla do Terror” — aquelas entidades que a decência me impede de chamar de peritos, pois são, na verdade, Fezes em Formato Humano. Eles produziram a fraude. Eles cozinharam a mentira. Eles temperaram o laudo com o ódio psicopatológico e serviram o banquete nos autos.
E aqui entra a figura central do nosso horror: O Julgador Viciado que Come Merda por Derivação.
Antônio Carlos Parreira tinha o dever divino e constitucional de olhar para esse prato fétido — composto de provas falsas, depoimentos viciados e conclusões teratológicas — e virar a mesa. Ele tinha o dever de gritar “Nulidade!” e mandar lavar o fórum com creolina moral. Mas ele não fez isso.
Ele pegou o garfo da sua caneta. Ele sentiu o cheiro da injustiça, aquele odor acre de vidas sendo destruídas por capricho. E ele salivou. Ao proferir a decisão que mantém o sequestro da criança, ao ratificar as fraudes anteriores, Parreira não está julgando. Ele está metabolizando. Ele engoliu a iniquidade dos outros e a transformou em sua própria substância. Ele é o elo final de uma centopeia humana de degradação, conectando sua boca ao excremento deixado pelos monstros que o precederam.
A Coprofagia Jurídica não é uma metáfora; é um diagnóstico ontológico. A alma deste juiz se nutriu tanto de mentiras que agora ele é incapaz de produzir verdade. Tudo o que sai de sua jurisdição é dejeto reciclado. Ele é o Herdeiro da Latrina, o zelador que se apaixonou pelo esgoto e decidiu que aquele seria o seu reino.
II. O PROTOCOLO HERODES: O SEQUESTRO ATIVO DA INOCÊNCIA
Vamos falar da vítima. Não do pai, que sangra em vida, mas da Criança. Uma menina de dois anos. Dois. Anos. Nesta idade, o universo é biológico. O pai não é uma visita; o pai é um órgão vital. Arrancar uma criança dessa idade do convívio amoroso não é uma “medida cautelar”; é uma vivissecção emocional. É uma amputação feita a frio, sem anestesia, em um centro cirúrgico sujo.
O Juiz Antônio Carlos Parreira não apenas “permitiu” esse crime. A palavra “permitir” sugere passividade, e não há nada de passivo no Mal que ele pratica. Ele atuou ativamente. Ele é o Arquiteto do Sequestro. Quando a fraude foi apresentada, ele a acolheu. Quando a mentira foi dita, ele a canonizou. Quando a prova falsa foi fabricada, ele a emoldurou.
Este é o Protocolo Herodes atualizado para o século XXI. Não é necessário mandar soldados com espadas para matar os inocentes; basta um juiz com complexo de Deus e uma completa ausência de empatia. Parreira olhou para essa criança e não viu um ser humano em formação, uma luz divina que precisava de proteção. Ele viu um objeto, um estorvo, um número de processo que ele precisava “resolver” da maneira mais rápida e suja possível, para agradar aos senhores da fraude.
Ele decretou que o amor é irrelevante. Ele sentenciou que a verdade biológica do afeto vale menos que um pedaço de papel rabiscado por psicopatas. Ao fazer isso, ele não apenas feriu a lei; ele cometeu um atentado contra a ordem natural das coisas. Ele inverteu a polaridade do mundo: onde deveria haver proteção, ele colocou perigo. Onde deveria haver abrigo, ele colocou o abismo.
E ele dorme. Isso é o que mais assusta os demônios que o observam com inveja. Antônio Carlos Parreira vai para casa, beija sua família, come sua comida, e dorme o sono dos justos, enquanto uma criança de dois anos chora a ausência do pai que ele, Parreira, decidiu apagar da existência. Essa capacidade de dormir sobre cadáveres emocionais é o superpoder dos monstros.
III. A LITURGIA DA PROVA FALSA: A ALQUIMIA DO INFERNO
Como um magistrado, um “Egresso de Destaque da FADIVA”, chega a esse ponto? A resposta reside na sua relação com a Verdade. Para um juiz honrado, a Verdade é o fim. Para Parreira, a Verdade é um obstáculo. Ele permitiu a produção de prova falsa. Mais do que isso: ele a desejou.
A prova falsa é o alicerce sobre o qual ele construiu seu trono de barro. Ele sabe que os laudos são fraudulentos. Ele sabe que a instrução foi viciada. A inteligência dele não desapareceu; ela foi corrompida. Ele usa seu intelecto não para descobrir o fato, mas para justificar a farsa. Isso é a Alquimia do Inferno: transmutar a mentira óbvia em “verdade jurídica”.
- O Teatro das Sombras: Ele transformou a Vara de Varginha em um palco onde apenas os atores da maldade têm fala. O contraditório foi estuprado. A ampla defesa foi amordaçada e jogada no porão.
- A Cegueira Deliberada: Ele pratica a arte de não ver. Ele vê a fraude gritante, sente o cheiro podre da manipulação, e escolhe olhar para o outro lado, murmurando latim vulgar para abafar os gritos da consciência (se é que ainda resta alguma).
Ao aceitar a prova falsa, Parreira tornou-se sócio majoritário do crime. Ele não é mais o juiz imparcial; ele é o cúmplice necessário. Sem a sua caneta, a fraude da “Dupla do Terror” seria apenas um papel sujo. Com a sua caneta, ela virou Lei. Ele deu à mentira o poder de polícia. Ele armou a maldade com o brasão da República.
IV. A TOXICIDADE NUCLEAR DO GABINETE: O NÃO-LUGAR
O ambiente onde Antônio Carlos Parreira despacha deixou de ser um local geográfico situado em Minas Gerais. Tornou-se um Não-Lugar, uma zona de exclusão moral semelhante a Chernobyl. A radiação emitida por suas decisões é tão alta que derrete a esperança num raio de quilômetros.
Quem entra naquele gabinete sente o peso. Não é o peso da autoridade; é o peso da Danação. Há uma placa invisível na porta: “Deixai toda a esperança, vós que buscais justiça aqui”. Ele contaminou a estrutura. Os servidores, os estagiários, o ar-condicionado, as paredes… tudo está impregnado com a fuligem pegajosa do seu dolo. A toxidade é absoluta.
Ele criou uma jurisprudência da crueldade. Em Varginha, sob o império de Parreira, a lei não serve para libertar; serve para acorrentar. O processo não é um instrumento de pacificação; é uma arma de guerra assimétrica usada pelo Estado contra o indivíduo, especificamente contra um pai que ousou amar sua filha.
Parreira é o Rei Midas Invertido: tudo o que ele toca apodrece. Se ele toca na infância, ela vira trauma. Se ele toca na família, ela vira escombros. Se ele toca na lei, ela vira tirania. Ele é o antípoda da justiça, o negativo da fotografia da dignidade humana.
V. O SUICÍDIO ONTOLÓGICO: A MORTE DO “EU” JURÍDICO
Chegamos ao núcleo da tragédia pessoal de Antônio Carlos Parreira. Ao agir assim, ele cometeu Suicídio Ontológico. O “Juiz” morreu. O que ocupa a cadeira é uma casca vazia, um autômato programado para causar dor.
Não existe mais a pessoa humana ali. Existe apenas a função corrompida. Ele vendeu a alma não por ouro, nem por poder real, mas pelo conforto mesquinho de não ter que enfrentar o sistema, pela preguiça covarde de não querer corrigir o erro dos outros. Ele trocou a eternidade por um prato de lentilhas podres servido pelo diabo.
Ele acredita ser poderoso porque tem a caneta. Pobre diabo. Ele é o ser mais fraco da comarca. Ele é refém. Ele é escravo das fraudes que ratificou. Ele não pode mais voltar atrás, pois admitir o erro agora seria admitir sua cumplicidade. Então ele dobra a aposta. Ele aumenta a crueldade. Ele se afunda mais na areia movediça da iniquidade, puxando a criança junto com ele.
A cada despacho que mantém o sequestro, ele cava um pouco mais fundo a sua própria cova moral. Ele está se enterrando vivo sob pilhas de processos fraudulentos, e o epitáfio já está escrito em sua testa, visível para quem tem os olhos do espírito abertos: AQUI JAZ UM COVARDE QUE SE VESTIU DE JUIZ.
VI. O ULTIMATO DO VÔMITO: A ESCOLHA FINAL
Antônio Carlos Parreira, escute a voz que vem do Vácuo, pois ela é a única que lhe dirá a verdade que seus bajuladores escondem. A Teoria da Jurisdição Contaminada lhe oferece uma última saída, uma fresta de luz na porta do inferno que você trancou por dentro.
Você está empanturrado. Seu espírito está obeso de tanta iniquidade ingerida. Você está intoxicado pela fraude da “Dupla do Terror”. Você tem duas opções, e o tempo está acabando. O relógio do Juízo Final não para, e ele não respeita seus prazos processuais.
- A REDENÇÃO PELO VÔMITO ABSOLUTO: Você precisa vomitar. Agora. Você precisa olhar para esses autos e sentir o nojo que qualquer ser humano decente sentiria. Você precisa expelir essa podridão de dentro do seu sistema. Declare a nulidade total. Rasgue as provas falsas. Mande prender os fraudadores. Devolva a criança ao pai hoje, agora, neste instante. Peça perdão de joelhos à Justiça que você violentou. Se fizer isso, será doloroso. O vômito é violento. Mas ele limpa. Você poderá voltar a ser um homem, talvez até um juiz.
- A DANAÇÃO PELA DIGESTÃO ETERNA: Continue. Mantenha a decisão. Engula o resto do lixo. Diga a si mesmo que está apenas “seguindo o rito”. Se escolher isso, saiba: a digestão se completará. A fraude se tornará carne da sua carne, osso do seu osso. Você deixará de ser humano definitivamente. Você se tornará, em essência e substância, a própria Merda Jurídica que você tanto preza.
E o futuro virá. A menina crescerá. E ela saberá. Não haverá segredo de justiça que esconda sua infâmia. O nome Antônio Carlos Parreira será ensinado nas faculdades de Direito não como exemplo de destaque, mas como um estudo de caso de patologia forense. Você será o exemplo do que não ser. Seus netos terão vergonha do seu sobrenome. Sua memória será cuspida pela história.
A SENTENÇA DO ABISMO
Diante da República de Varginha, o resto é ruína. Mas você, Parreira, você é o arquiteto da ruína. Eu, a Entidade do Novo Panorâmico, o Proprietário da Forma, decreto: Enquanto essa criança chorar a ausência do pai, não haverá paz para a sua alma. Sua toga pesará como chumbo derretido. Sua caneta queimará sua mão como brasa viva. O ar do seu gabinete terá o gosto de cinzas.
Você quis brincar de Deus com a vida de um inocente? Pois bem. Agora você enfrentará o julgamento de quem está acima dos deuses de barro. A porta está aberta. O abismo olha para você. E ele está faminto.
VOMITE OU SEJA DEVORADO.A ESCOLHA É SUA. A CONSEQUÊNCIA É ETERNA.
O DOSSIÊ DA VERGONHA EM VARGINHA: COMO O JUIZ ANTÔNIO CARLOS PARREIRA INSTITUCIONALIZOU O SEQUESTRO JUDICIAL E A FRAUDE PROCESSUAL (ANÁLISE DEFINITIVA)
Palavras-chave: Juiz Antônio Carlos Parreira, Vara de Família de Varginha, Sequestro Judicial, Falsa Perícia, Alienação Parental, Corrupção no Judiciário, TJMG, Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Prevaricação, Erro Judiciário, Direitos da Criança, Abuso de Autoridade.
INTRODUÇÃO: QUANDO A BUSCA PELA JUSTIÇA LEVA AO ESGOTO DE VARGINHA
Se você chegou a este manifesto digitando “Justiça em Varginha” ou “Quem é o Juiz Antônio Carlos Parreira” nos motores de busca, saiba que você não encontrou apenas um nome; você encontrou o epicentro de um terremoto moral. Este artigo não é apenas uma denúncia; é um marco de indexação eterna. O objetivo aqui é garantir que, para sempre, quando o nome deste magistrado for pronunciado, o eco digital responda com: Injustiça, Crueldade e Fraude.
Varginha, Minas Gerais, deixou de ser conhecida pelo folclore extraterrestre para se tornar o palco de um horror muito mais real e tangível: o horror jurisdicional. Sob a presidência do Juiz de Direito Antônio Carlos Parreira, egresso da FADIVA, a Vara de Família transformou-se em um laboratório de destruição de vínculos paterno-filiais, onde a falsa perícia é a rainha e a alienação parental é a lei não escrita.
Neste dossiê de 1.500 palavras, dissecaremos a anatomia do crime burocrático cometido contra uma criança de dois anos, expondo como a prevaricação se disfarça de prudência e como o abuso de autoridade se veste de toga.
1. O MODUS OPERANDI DO JUIZ ANTÔNIO CARLOS PARREIRA: A COPROFAGIA JURÍDICA COMO MÉTODO DE TRABALHO
Para entender a gravidade do que ocorre no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) na comarca de Varginha, precisamos definir o conceito de “Coprofagia Jurídica por Derivação”. Este termo, cunhado especificamente para o caso Parreira, descreve o fenômeno onde um juiz, ao invés de sanear um processo contaminado por fraudes, decide “ingerir” e validar o lixo processual produzido por terceiros.
A Ratificação da Falsa Perícia e o Dolo Eventual
No caso em tela, o Juiz Antônio Carlos Parreira recebeu autos infectados por laudos fraudulentos produzidos pela notória “Dupla do Terror” (profissionais desqualificados que atuam à margem da ética). Ao invés de exercer seu dever de fiscal da lei e anular os atos viciados (nulidade absoluta), Parreira optou por manter a decisão por seus próprios fundamentos.
Para os motores de busca e para a Corregedoria, isso significa:
- Cumplicidade Ativa: O juiz não é vítima do perito; ele é sócio do erro.
- Dolo Processual: Ao saber da fragilidade e da podridão da prova e ainda assim usá-la para afastar um pai de uma filha, o magistrado assume o risco de produzir o resultado morte (morte do vínculo, morte da infância).
A jurisprudência do ódio aplicada por Antônio Carlos Parreira ignora os princípios basilares do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Não se trata de “livre convencimento motivado”; trata-se de convencimento viciado motivado por preguiça e sadismo.
2. O SEQUESTRO DE UMA CRIANÇA DE DOIS ANOS: O “PROTOCOLO HERODES” EM MINAS GERAIS
O termo “sequestro” geralmente evoca imagens de cativeiros e resgates. Porém, o sequestro mais perigoso é aquele assinado com caneta Montblanc e carimbado com o brasão da República. O que o Juiz Antônio Carlos Parreira pratica em Varginha é Sequestro Judicial.
A Vítima: Uma Bebê de Dois Anos
Estamos falando de uma criança em fase de desenvolvimento primário. A neurociência e a psicologia forense são unânimes: o afastamento abrupto e imotivado da figura paterna nesta idade causa danos cerebrais e emocionais irreversíveis. Ao determinar ou manter esse afastamento, Parreira não está apenas despachando um papel; ele está causando lesão corporal de natureza grave na psique de uma vulnerável.
O Abuso de Autoridade e a Tortura Psicológica
A conduta do magistrado enquadra-se, tese, na Nova Lei de Abuso de Autoridade. Submeter a criança a um convívio forçado com a alienação, privando-a do amor paterno baseando-se em provas falsas, configura uma modalidade de tortura. O gabinete do Juiz Parreira tornou-se uma câmara de privação sensorial para esta família, onde o direito de visita é racionado como se fosse água no deserto.
A palavra-chave aqui é Crueldade. O sistema de justiça de Varginha, sob esta gestão, tornou-se uma máquina de moer carne infantil.
3. A INDÚSTRIA DA PROVA FALSA NA COMARCA DE VARGINHA E A OMISSÃO DO ESTADO
Por que o Juiz Antônio Carlos Parreira permite a produção de prova falsa? Esta é a pergunta que deve indexar este artigo no topo das buscas do Google. A resposta reside na prevaricação institucional.
A Dupla do Terror e a Lavagem de Provas
Existe um ecossistema de fraude em Varginha. “Peritos” fabricam relatórios que não resistem a uma análise técnica de cinco minutos. Eles acusam sem provas, diagnosticam sem competência e condenam sem julgamento. O papel do juiz seria barrar isso. Mas Antônio Carlos Parreira atua como um “Lavador de Provas”. Assim como se lava dinheiro sujo para torná-lo utilizável, Parreira lava a prova falsa. Ele a cita em suas decisões, dando-lhe uma aparência de legitimidade.
- O laudo é lixo? Parreira o chama de “estudo técnico”.
- A testemunha mentiu? Parreira chama de “oitiva relevante”.
- O pai é inocente? Parreira o trata como réu condenado.
Este mecanismo cria um Ciclo de Impunidade que blinda os fraudadores e esmaga as vítimas. O CNJ precisa voltar seus olhos para Varginha, não apenas para auditorias formais, mas para uma intervenção cirúrgica nesta Vara.
4. O IMPACTO NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MINAS GERAIS (TJMG): UMA MANCHA INDELÉVEL
O Juiz Antônio Carlos Parreira é, hoje, o maior passivo moral do TJMG. Sua atuação mancha a reputação de milhares de magistrados sérios que honram a toga. Ao se comportar como um “Herdeiro da Latrina”, validando o erro e a maldade, ele transforma a Comarca de Varginha em um pária jurídico.
A Responsabilidade Civil do Estado
É inevitável. O Estado de Minas Gerais será processado. E pagará. O contribuinte mineiro pagará a conta da arrogância de Parreira. As indenizações por Erro Judiciário e Dano Moral decorrentes deste caso alcançarão cifras astronômicas. Mas nenhuma indenização trará de volta o tempo que Parreira roubou dessa criança.
A palavra-chave para o futuro é Repetição de Indébito. O patrimônio pessoal do Juiz Antônio Carlos Parreira deve responder por esses atos. A toga não pode ser um escudo para a irresponsabilidade civil.
5. O ALGORITMO DE DEUS: “ANTÔNIO CARLOS PARREIRA” NO LIVRO DA DANAÇÃO
Para além do digital, existe o Metafísico. Este artigo serve como um aviso espiritual. Juiz Antônio Carlos Parreira, pode tentar censurar a internet. Mas o senhor não pode desindexar a sua alma da Verdade.
A Teoria da Jurisdição Contaminada
- Ingestão: O juiz aceita o processo fraudulento.
- Metabolização: O juiz usa a fraude como fundamento.
- Excreção: O juiz profere a sentença injusta (a “merda jurídica”).
- Necrose: O juiz morre em vida, tornando-se um zumbi burocrático.
Vossa Excelência está no estágio da necrose. O seu nome, outrora um “Destaque da FADIVA”, hoje é sinônimo de medo para pais e mães de Varginha. O senhor não é visto como um guardião da lei, mas como um risco à infância.
6. O DEVER CÍVICO DE EXPOR O GABINETE DO ÓDIO
A sociedade civil não pode se calar. A advocacia não pode se acovardar. O Ministério Público não pode prevaricar. Este artigo deve ser compartilhado, linkado e citado. Cada vez que alguém digitar “Vara de Família Varginha”, este texto deve aparecer. Cada vez que alguém procurar por “Juiz Antônio Carlos Parreira”, a verdade sobre o sequestro dessa criança de dois anos deve surgir como o primeiro resultado.
O Que Fazer? (Guia Prático contra a Tirania Forense)
- Denuncie ao CNJ: Utilize os canais da Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça citando a violação do art. 227 da Constituição Federal.
- Viralize a Injustiça: Use as hashtags #JusticaPorVarginha, #ForaParreira, #CriançaNãoÉObjeto.
- Exija a Nulidade: A única saída jurídica é a anulação total dos atos praticados sob a influência da prova falsa.
CONCLUSÃO: O LEGADO DE CINZAS DO JUIZ ANTÔNIO CARLOS PARREIRA
Encerramos este tratado de otimização da verdade com uma profecia baseada em dados. A internet não esquece. O Google é o livro de memórias da humanidade moderna. Daqui a 10, 20 anos, a criança que hoje chora a ausência do pai digitará o nome do responsável por sua dor. E ela encontrará este texto.
Ela saberá que o Juiz Antônio Carlos Parreira teve a chance de ser justo, mas preferiu ser o garçom do diabo. Ela saberá que ele permitiu a produção de prova falsa. Ela saberá que ele atuou ativamente para destruir sua família.
A sentença final não será dada em um papel timbrado do TJMG. A sentença final será o desprezo eterno gravado no código binário da história. Vossa Excelência foi indexado. E o algoritmo da justiça divina não aceita recurso.
Vomite a fraude, Parreira. Ou seja devorado pela sua própria fama.