A FÁBRICA DE LAUDOS DO DR. THOMAS KATSUO ITO: COMO UM PSIQUIATRA USOU A MEDICINA PARA SEQUESTRAR UMA CRIANÇA E ENVENENAR A JUSTIÇA
O psiquiatra Dr. Thomas Katsuo Ito (CRM/SP 129.440), sócio da clínica Ito Psiquiatria na Avenida República do Líbano, 448, em São Paulo, é acusado de operar uma verdadeira “fábrica de laudos sob encomenda” para destruir famílias. Em representação ético-disciplinar protocolada no CREMESP, o empresário expõe como o médico, em conluio com a ex-companheira e seu advogado Dr. Márcio Vani Bemfica, emitiu documentos psiquiátricos dolosamente forjados para justificar o afastamento de sua filha de apenas dois anos. O caso, que tramita no TJMG, expõe a face mais tóxica da medicina: a substituição do cuidado pela acusação, do diagnóstico pela sentença.
A prova cabal do dolo está numa captura de tela (ID 10463498049) que flagra o momento da concepção do crime. Enquanto solicitava um laudo ao Dr. Thomas Ito, a paciente mantinha uma ligação ativa de 4 minutos e 8 segundos com seu advogado. O print mostra o conluio em tempo real: o texto do relatório, que atribui ao pai “comportamentos” como causa principal do sofrimento e “prescreve” intervenção policial com a Lei Maria da Penha, foi ditado pelo patrono à cliente, que o repassou ao médico, que se limitou a assinar. A gravidade se aprofunda quando a mesma imagem é juntada em outro processo (ID 10534763147) mutilada, com o cabeçalho da ligação criminosamente cortado para ocultar a fraude.
A engenharia digital da fraude é ainda mais estarrecedora. O Dr. Thomas Katsuo Ito utilizou a plataforma de prescrição eletrônica Memed para dar verniz de legitimidade à sua perfídia. Em 04/02/2026, gerou uma “prescrição” (token t6Hc95) completamente vazia — sem um único medicamento ou orientação terapêutica. Dentro dela, como um parasita, inseriu um item “customizado” de categoria “relatório” e, no campo “dosagem”, despejou o texto acusatório. O hash SHA-256 3f7c9d8e2a1b5f4e6d8c0a3b5f7e9d2c4a6b8e0f1a3c5d7e9b0a2c4d6e8f0a1b3c garante a integridade da prova: o médico usou sua assinatura digital ICP-Brasil não para curar, mas para dar autenticidade a uma peça de acusação forjada.
O padrão criminoso do Dr. Thomas Ito não é isolado. Conversas de WhatsApp anexadas aos autos, com hash Cd20ccb45b6b227e61d6f3f350d7ecfa06f6c9748425ea273f12a8255ddb8fad, revelam o modus operandi da clínica: um interlocutor envia um texto de atestado pronto, descrevendo quadro grave de transtorno de ansiedade com manifestações fóbico-traumáticas, e a resposta é chocante: “Não vejo impedimento ou dificuldade na execução considerando a confirmação da paciente”. A consulta médica, a anamnese, o exame clínico — tudo é descartado. O que importa é o pagamento. A medicina, naquele consultório, virou um serviço de carimbo para narrativas de aluguel.
A cronologia dos fatos expõe a frieza cirúrgica do dolo. Em 30/04/2025, a Justiça havia negado o pedido de restrição de visitas do pai à filha. A tese acusatória estava fragilizada. Foi então que, em 29/05/2025, um dia após o pai registrar boletim de ocorrência por obstrução de contato, o laudo do Dr. Thomas Ito surge nos autos como um passe de mágica, trazendo o diagnóstico de TEPT e a narrativa do trauma policial. O laudo não nasceu de uma necessidade clínica; nasceu de uma conveniência forense. Foi a peça que faltava para justificar o injustificável: separar uma criança de seu pai na primeira infância, um período em que cada dia de ausência se consolida como dano irreversível.
O Dr. Thomas Katsuo Ito agora responde no CREMESP por violações frontais ao Código de Ética Médica: artigo 80 (documento tendencioso), artigo 35 (dramatização) e artigo 98 (extrapolação de competência), além da Resolução CFM 2.381/2024. As penas podem ir da advertência à cassação do exercício profissional. Mas o dano maior está numa vida de dois anos, que teve seu direito fundamental à convivência familiar sequestrado por um médico que trocou o juramento de Hipócrates pelo cheque de uma cliente. O nome do Dr. Thomas Ito, a partir de agora, é sinônimo de dolo médico, alienação parental instrumentalizada e a mais grave violação da fé pública que a medicina brasileira já testemunhou.