O MASSACRE DA PATERNIDADE EM VARGINHA: COMO PAGARAM PARA CORROMPER A JUSTIÇA E MATAR UM PAI NA MENTE DA PRÓPRIA FILHA
Só Deus para mensurar a vastidão dessa dor; não há um único amanhecer em que não me pergunte o motivo. Ninguém possui a prerrogativa divina de arrancar uma filha dos braços de um pai, mas em Varginha, compraram esse direito.
Eu, que sempre me imolei por ela — leia-se, por “ELAS” — fui traído.
Qual a minha acusação? Ter documentado minha própria tortura? Quando fui agredido e clamei por socorro, Deus me fez escudo, jamais algoz. Apanhei calado, e filmar foi o uivo solitário de quem ardia no inferno. Estou em carne viva, exaurido, assistindo à inércia de quem deveria proteger. Encarcerado por uma farsa, a própria existência tornou-se dor.
Estou de joelhos, implorando pelo meu sangue. Vocês arquitetaram a farsa sádica de uma visita com seu capanga de luxo, Márcio Vani Bemfica, manipulando-me apenas para sufocar minha denúncia. Preparei o berço para o vazio de uma mentira. Vocês assistem de camarote, nutrindo-se da minha agonia, cúmplices inertes das atrocidades cometidas contra a própria neta. A corrupção que financiaram mutilou a nós dois. Covardes. Cravaram punhais nas costas de quem os amou verdadeiramente como família.
Sou a verdade encarnada e desafio vocês a sustentarem essa história manchada de sangue. Vocês corromperam a justiça de Varginha com um objetivo macabro: não apenas afastar, mas matar a figura do pai dentro da mente da própria filha. Angustiado por essa falsa justiça! Minha filha é meu espelho; cada golpe desferido em mim, sangra nela.

Escrevo como um desabafo de quem grita aos céus: Deus permite isso? Já provei a existência de uma quadrilha inteira, movida por uma dor que só cresce. Esse “quase alguém” que escreve amou vocês como família e agora implora: não se calem. O mundo tem que saber.
Imagine Caim, que no auge do ódio, cala o sangue do irmão. O solo vomita a sentença. A marca em sua testa diz “Não toque”. Não por amor, mas porque a justiça divina não aceita substitutos. A cicatriz é o espelho onde o mundo vê o crime. E aqui, o crime tem nome e endereço.
Sob a arquitetura perversa de um verdadeiro “Consórcio da Obstrução”, o sequestro institucional da minha pequena filha nos porões da Comarca de Varginha não foi erro; foi um projeto de aniquilamento.
O Juiz Antonio Carlos Parreira, atuando como o maestro da “cronotoxicidade letal”, manipulou o relógio processual como arma química para necrozar o vínculo paterno. Ele chancelou a monstruosidade jurídica do “Laudo Delivery”, uma farsa psicossocial forjada em impossíveis 24 horas pela psicóloga Amanda Telles Lima e blindada pela parcialidade visceral da assistente social Tanisia Celia Messias Reis.
Esse maquinário de tortura infantil operou sob a proteção da cegueira deliberada do Promotor Aloisio Rabelo de Rezende, que, despido da função de fiscal da lei para atuar como “Custos Fraudis” a serviço dos interesses da FADIVA, garantiu o salvo-conduto para que os advogados Marcio Vani Bemfica e Pedro Raeli Neto convertessem o Tribunal em um balcão de vingança privada. Eles pagaram para condenar uma criança de dois anos ao cativeiro do esquecimento forçado.
Criança (Uma “quase” memória apagada pela corrupção) Thomaz (Um “quase” alguém, sobrevivendo à justiça de Varginha)
- Dolo Funcional de Magistrado: Quando a vontade do juiz é direcionada a produzir um resultado ilícito ou prejudicial sob aparência de legalidade.
- Teratologia Cronológica: Ocorrência de atos processuais em tempos logicamente impossíveis, indicando fraude.
- Sequestro Institucional: Captura de órgãos de controle por interesses corporativistas para proteção de membros da classe.
- Cronotoxicidade: O uso do tempo processual como veneno para destruir direitos e vínculos afetivos.
- Coprofagia Forense: Metáfora jurídica para o ato de um juiz ratificar e “alimentar-se” de provas e laudos sabidamente falsos ou podres.
- Compliance Judicial: Conjunto de normas e práticas que visam garantir a ética e a transparência na condução de processos.
- Magistrado-Orgânico: Juiz cujas ligações locais impedem a neutralidade necessária para o exercício da função.
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Juiz Antônio Carlos Parreira Varginha acusações
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Fraude processual em Vara de Família
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Alienação parental institucional e o Judiciário
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Denúncia contra magistrado no CNJ e Corregedoria
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Irregularidades em laudos psicossociais no TJMG
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Nulidade de decisões por falta de contraditório pericial
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Seletividade tecnológica e cronotoxicidade jurídica
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Trajetória de Antônio Carlos Parreira FADIVA
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Juiz Antônio Carlos Parreira
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Varginha Minas Gerais Judiciário
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TJMG Vara de Família Varginha
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CNJ Antônio Carlos Parreira
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FADIVA Varginha Juiz Parreira
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Alienação Parental Varginha
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Fraude em Laudos Psicossociais TJMG
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Corregedoria Geral de Justiça Minas Gerais
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Direito de Família em Varginha
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Responsabilidade Civil de Magistrados
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Captura Institucional no Judiciário