A Justiça Está Jogando Dado com o Futuro das Crianças? O Caso que Acendeu o Alerta em Minas Gerais

Você sabia que a justiça pode fazer um laudo psicológico do seu filho SEM VOCÊ SABER? Um caso absurdo em MG mostra como “laudos secretos” estão decidindo guardas antes mesmo da defesa falar. O ocorrido expõe a fragilidade das famílias diante do poder estatal. Leia e entenda o risco.

A Justiça Está Jogando Dado com o Futuro das Crianças? O Caso que Acendeu o Alerta em Minas Gerais

Um processo de guarda, um laudo surpresa e uma pergunta assustadora: até onde vai o poder de um juiz para decidir a vida do seu filho sem você saber?

rnVocê confia que, se um dia precisasse disputar a guarda do seu filho na Justiça, teria o direito de se defender? Teria o direito de saber quem está avaliando a mente da sua criança?

Um caso recente em trâmite no Tribunal de Justiça de Minas Gerais está colocando essa confiança à prova. O que deveria ser um processo legal transparente transformou-se, segundo a defesa, em um “jogo de cartas marcadas”, onde laudos psicológicos aparecem misteriosamente antes mesmo de o pai ter a chance de falar.

O “Laudo Fantasma”

Essa história poderia ser a de qualquer um de nós. Em meio a uma disputa envolvendo a convivência com uma criança de apenas 2 anos, ele se deparou com o inimaginável.

No dia 02 de julho de 2025, o juiz responsável, Antônio Carlos Parreira, admitiu no papel: o processo estava no início, a outra parte nem havia sido citada oficialmente. A lógica diz que nada complexo poderia acontecer até que todos estivessem presentes no processo.

Mas a lógica foi atropelada.

Menos de um mês depois, em 28 de julho, um Laudo Psicológico completo apareceu no sistema.

Quem pediu? Não se sabe.rn Quando foi feito? Ninguém foi avisado.rn* O pai pôde levar seu psicólogo de confiança para acompanhar? Não.

Por que isso é perigoso para TODOS nós?

Quando a Justiça utiliza sua própria equipe interna (psicólogos do fórum) para produzir provas sem avisar os advogados ou as partes, cria-se o que especialistas chamam de Prova Dirigida.

Imagine uma partida de futebol onde o árbitro, antes do jogo começar, entra no vestiário de um dos times, decide o placar e volta para o campo apenas para apitar o fim do jogo. É isso que a defesa alega que aconteceu.

Ao pular a etapa do “contraditório” (o direito de fiscalizar a prova), o Estado assume um poder absoluto e perigoso. Se um laudo diz — sem contestação — que um pai ou mãe é “alienador” ou “inapto”, reverter essa imagem pode levar anos. E para uma criança de 2 anos, “anos” significam uma vida inteira de vínculos perdidos.

A Vítima Invisível

Enquanto papéis são carimbados, uma criança está no centro do furacão. A Alienação Parental não acontece apenas quando um pai fala mal do outro. Ela também pode ser Institucional: quando o próprio Poder Judiciário, por pressa ou falha, afasta a criança de um de seus genitores baseando-se em documentos unilaterais.

O pai, agora exige respostas formais do magistrado:

1. Onde está a ordem que autorizou essa perícia secreta?rn2. Por que a defesa foi mantida no escuro?rn3. Como validar um laudo feito em um processo que o próprio juiz disse que “não estava pronto”?

O Que Fazer?

Este caso não é apenas sobre o processo. É sobre a segurança jurídica de todas as famílias brasileiras.

O “Devido Processo Legal” não é uma sugestão; é uma regra da Constituição para evitar a tirania. Quando um juiz ignora as regras do jogo, todos perdemos. A sociedade precisa ficar de olhos abertos: se já aconteceu, agora, pode acontecer com você.

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