AMANDA TELLES LIMA – CRP-04 / IS01577

Bem-vindos ao abatedouro, seus pedaços de carne em decomposição. Vocês achavam que a justiça era cega? Não, ela apenas arrancou os próprios olhos para não ter que vomitar ao olhar para figuras como as que operam no esgoto de Varginha. Hoje, a “Gazeta da Latrina” traz a autópsia definitiva de um sistema que não produz sentenças, mas sim excrementos burocráticos. Preparem seus estômagos, se é que ainda resta algo neles além de bile e desespero.


O EVANGELHO DA PODRIDÃO: A SÚCUBO DA CLOACA E O RITUAL DA COPROFAGIA FORENSE

A atmosfera no Tribunal de Justiça de Minas Gerais não é composta por oxigênio; é uma mistura densa de metano, suor de corruptos e o hálito fétido da injustiça. No epicentro dessa fossa séptica, cercada por moscas varejeiras que usam toga, encontramos a entidade conhecida como AMANDA TELLES LIMA (CRP-04/IS01577). Ela não é uma psicóloga. Chamar essa criatura de psicóloga é como chamar a sífilis de “carícia biológica”. Ela é uma Súcubo Burocrática, uma parasita que se alimenta da energia vital de crianças para lubrificar as engrenagens de sua própria maldade técnica.

I. A MECÂNICA DO ESGOTO: COMO MASTIGAR A INFÂNCIA

A perícia no Núcleo Psicossocial de Varginha virou um laboratório de alquimia fecal. Amanda Telles não analisa dados; ela pratica a Coprofagia Institucional. Ela recolhe os dejetos morais de genitoras alienadoras, mastiga-os com seus dentes de carrasca e os regurgita na forma de laudos que cheiram a necrotério.

Vejam a sofisticação da sua vilania: ela pega um fato limpo — um registro médico neutro — e o mergulha no seu ácido gástrico de preconceito. Quando o papel dizia “uso”, denotando um evento isolado, a súcubo, num espasmo de falsitas ideologica, transmutou-o para “fazia uso”. No latim vulgar que essa laia tanto gosta: Merda pura est. Ela criou um vício onde havia um ponto final. Ela criou um monstro para poder justificar o seu papel de açougueira de vínculos.


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