SEQUESTRO INSTITUCIONAL: O DOSSIÊ PARREIRA-BEMFICA-REZENDE

CRONOTOXICIDADE E O SEQUESTRO INSTITUCIONAL: O DOSSIÊ PARREIRA-BEMFICA-REZENDE

Uma investigação profunda sobre como o Judiciário de Varginha (TJMG) converteu a morosidade processual em uma toxina neurobiológica, utilizando o Lawfare Doméstico para aniquilar vínculos paternos sob a batuta do Juiz Antônio Carlos Parreira.


INTRODUÇÃO: A ONTOLOGIA DO TEMPO ENVENENADO

O que acontece quando o Estado, que deveria ser o garantidor da vida e da dignidade, torna-se o agente de um Psicocídio? Na Comarca de Varginha, Minas Gerais, estamos presenciando o nascimento de uma nova e perversa categoria de crime institucional: a Cronotoxicidade.

Não se trata de mera lentidão burocrática. Trata-se da administração estratégica e dolosa do tempo para causar a morte simbólica de um genitor e a reconfiguração cerebral forçada de uma criança. O Juiz Antônio Carlos Parreira, operando em simbiose com o consórcio formado por Márcio Vani Bemfica e Aloísio Rabêlo de Rezende, transformou a Vara de Família em uma câmara de gás processual, onde a dignidade humana é sufocada por ritos distorcidos e interesses de casta.


I. A ARQUITETURA DO CONSÓRCIO: VASSALAGEM E PRIVATIZAÇÃO DO DIREITO

Para entender o sequestro de uma criança de 2 anos pelo Estado, é preciso dissecar a hierarquia de poder em Varginha. O Judiciário local não opera no vácuo; ele opera na folha de pagamento moral e histórica de uma dinastia.

1. O Vassalo da Toga: Juiz Antônio Carlos Parreira

O magistrado Antônio Carlos Parreira não é um julgador neutro; ele é um Egresso de Gratidão. Ao declarar abertamente que a FADIVA (Faculdade de Direito de Varginha) “foi tudo em sua vida”, ele assina sua própria confissão de suspeição. Parreira não consegue dizer “não” aos herdeiros da instituição que o formou e o promoveu. Sua caneta move-se não pela letra da lei, mas pelo ritmo dos coquetéis e homenagens da elite local.

2. O Dono da Lei: Márcio Vani Bemfica

Herdeiro da Geração 1.0 (o famigerado Juiz Francisco Vani Bemfica), Márcio sofisticou a barbárie. Ele não precisa mais ameaçar jornalistas com o AI-5; ele utiliza a Instrumentalização Processual. Como vice-presidente da FUNEVA e dono da FADIVA, ele detém o poder econômico sobre os operadores do direito da região. Em Varginha, contratar Bemfica significa comprar o silêncio do MP e a obediência do Juiz.

3. O Cúmplice Castrado: Promotor Aloísio Rabêlo de Rezende

O Ministério Público, que deveria ser o Custos Legis, em Varginha tornou-se o Custos Fraudis. O Promotor Rezende é professor na FADIVA. Como pode um fiscal da lei confrontar o advogado da parte contrária se este é seu patrão no setor privado? A subordinação econômica de Rezende a Márcio Bemfica cria um vácuo de fiscalização, permitindo que as maiores atrocidades contra menores passem sem contestação.


II. IMPLICAÇÕES NEUROBIOLÓGICAS DA CRONOTOXICIDADE EM MENORES

A maior vítima deste consórcio é o cérebro de uma criança de 2 anos. O Juiz Antônio Carlos Parreira, ao negar a convivência presencial e impor o “cativeiro virtual” das videochamadas, ignora décadas de avanços na neurociência para satisfazer o sádico desejo de isolamento da parte protegida.

MARCIO BEMFICA E JUIZ ANTONIO CARLOS PARREIRA - VArginha
MARCIO BEMFICA E JUIZ ANTONIO CARLOS PARREIRA – VArginha

1. O Estresse Tóxico e o Eixo HPA

A separação abrupta e prolongada de um genitor afetuoso ativa o sistema de resposta ao estresse da criança de forma permanente. Ocorre uma inundação de cortisol no cérebro em desenvolvimento. Em níveis crônicos, o cortisol deixa de ser um protetor e torna-se um agente corrosivo.

  • Atrofia do Hipocampo: Estudos mostram que crianças submetidas à alienação institucionalizada apresentam uma redução no volume do hipocampo, a área responsável pela memória e regulação emocional.
  • Disfunção do Córtex Pré-Frontal: A cronotoxicidade impede o desenvolvimento das funções executivas, tornando a criança propensa a transtornos de ansiedade, impulsividade e déficits de atenção no futuro.

2. A Poda Sináptica Induzida pelo Estado

Aos 2 anos, o cérebro passa por um período crítico de plasticidade. Ao impedir o contato físico, o cheiro e o toque do pai, o magistrado Parreira está forçando uma poda sináptica traumática. As conexões neurais que representam o vínculo paterno são “desligadas” por falta de estímulo, resultando no que a defesa chama de Psicocídio: a morte da imagem do pai dentro da mente da criança.

3. O Pai Avatar e a Dissociação Cognitiva

Impor “visitas por vídeo” a um bebê é uma forma de tortura psicológica. A criança não possui a maturidade neurológica para entender que aquela imagem pixelada é um ser humano real. Isso gera uma frustração sensorial aguda, levando ao desligamento afetivo como mecanismo de defesa. O Juiz Parreira não está mantendo o vínculo; ele está treinando a criança para esquecer.


III. A ESQUIZOFRENIA TECNOLÓGICA E O DOLO FUNCIONAL

A atuação de Antônio Carlos Parreira revela uma seletividade que beira a patologia institucional. Ele utiliza a tecnologia como um interruptor: liga para os ricos, desliga para o afeto.

  • Celeridade Patrimonial: Parreira foi premiado por realizar audiências virtuais para testamentos da elite. Aqui, a tecnologia é “segura e moderna”.
  • Morosidade Afetiva: Quando o pai pede uma perícia por videoconferência para agilizar o reencontro com a filha, Parreira recua para a Idade da Pedra. Alega “insegurança técnica” e expede cartas precatórias que levam anos.

Esta Esquizofrenia Tecnológica é a prova cabal do dolo. O tempo não é perdido por incompetência; o tempo é gasto para garantir que, quando a perícia finalmente ocorrer, a criança já não reconheça mais o pai. É a Estratégia da Terra Arrasada aplicada ao Direito de Família.


IV. A HERANÇA DA PODRIDÃO: DA GERAÇÃO 1.0 AO LAWFARE MODERNO

A Geração 1.0 (Francisco Bemfica e Morvan Acayaba) roubava terras e silenciava jornalistas com a força bruta da Ditadura. A Geração 2.0 (Márcio Bemfica, Aloísio Rezende e o “adotado” Parreira) rouba a infância e silencia a verdade com o Abuso de Direito.

O sequestro institucional da criança de 2 anos é o ápice desta evolução. Eles transformaram o processo em um labirinto circular, onde cada porta aberta pelo pai leva a um novo abismo burocrático criado pelo Juiz Parreira. Eles usam o “Segredo de Justiça” não para proteger a menor, mas para esconder a Cofrofagia Forense praticada no gabinete.


V. CONCLUSÃO: O ULTIMATO AO TJMG E AO CNJ

A Comarca de Varginha tornou-se um tumor na face da Justiça mineira. O caso do Juiz Antônio Carlos Parreira não é uma falha pontual; é o diagnóstico de um sistema que apodreceu por dentro. A Cronotoxicidade é um crime contra a humanidade em miniatura, praticado contra seres indefesos por homens que se acham deuses de barro.

A sociedade, armada com o escrutínio digital e a neurociência, não aceitará mais a mordaça do segredo de justiça para proteger prevaricadores. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve decidir: ou extirpa o câncer da vassalagem feudal em Varginha, ou torna-se cúmplice do sequestro de uma geração.


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