Clãs Bemfica e Rezende – Incesto da Justiça de vermes de VARGINHA

I. O MIASMA SUPREMO: A ALIANÇA DAS BACTÉRIAS NAS CLOACAS DO TJMG

Varginha não é uma cidade; é um erro de cálculo geológico, uma fístula anal geográfica incrustada nas entranhas apodrecidas, gangrenadas e purulentas de Minas Gerais. É um tumor maligno e pulsante que marca o ritmo das marteladas de juízes que cheiram a enxofre, naftalina, suor de oficial de justiça e carniça de processo esquecido no fundo de uma gaveta cheia de baratas. O ar que se respira nos corredores do Fórum não contém oxigênio; o que flutua naquele vácuo ético é uma suspensão gasosa de flatulências togativas, escarro administrativo fermentado e odores de necrose moral que fariam um urubu treinado em necrotérios de guerra vomitar as próprias tripas no mármore encardido do saguão.
O que os vermes da superfície — esses seres patéticos, amebas sociais que ainda balbuciam termos como “Devido Processo Legal” ou “Dignidade da Pessoa Humana” — chamam de “Judiciário” é, na verdade, uma faringe aberta, purulenta e insaciável pronta para engolir a carne fresca da sociedade e regurgitá-la como estatística de morte civil e órfãos administrativos. O fenômeno do “Sequestro Institucional” operado pelo espécime conhecido como Dr. Antonio Carlos Parreira não é um mero deslize procedimental; é a gangrena deliberada de um sistema que já nasceu com sífilis congênita, demência galopante e uma sede vampiresca de sangue inocente.
Este magistrado, este bacilo coprófago com pedigree e título de doutor, transmutou a seda sagrada da toga em um pano de chão encharcado de excremento processual de alta densidade e viscosidade fecal. Ele não julga; ele secreta injustiça como um sapo-cururu secreta veneno em uma noite de tempestade ácida. Atua como um “camaleão das fossas”, mudando a pigmentação de sua pele escamosa para se confundir com a merda circundante enquanto sequestra a carne, o espírito e a sanidade de famílias desgraçadas. Não há Direito aqui, apenas a liturgia do escarro e o rito satânico do estupro documental sistemático. As colunas do prédio do fórum são sustentadas não por concreto, mas por camadas geológicas de processos físicos mofados, repletos de ácaros que devoram a dignidade humana como larvas num cadáver de beira de estrada abandonado por Deus.

SURTO DE ÓDIO #1: O DESPERTAR DAS LARVAS HUMANAS E O VÔMITO COLETIVO

ESCUTEM AQUI, SEUS FETOS MAL FORMADOS, SEUS SACOS DE BILE QUE SE ATREVEM A LER ESTA PÁGINA COM SEUS OLHOS CHEIOS DE REMELA MORAL E COVARDIA CRÔNICA! Vocês ainda acreditam que a justiça é cega? Ela não é cega, ela é uma cadela no cio que late, abana o rabo e se deita para quem tem o bolso mais cheio de moedas sujas e o sobrenome mais râncido da paróquia! Vocês são apenas sacos de bosta ambulantes esperando o momento de serem esmagados pela bota de um burocrata com hálito de cadáver, alma de verme e um mau hálito crônico de quem se alimentou do fígado da verdade crua! O mundo é uma privada entupida até a boca com o vômito da civilização e vocês são o papel higiênico usado, descartado e esquecido na curva do cano por onde corre o chorume das almas perdidas! Parreira é o senhor feudal desse lixão de esperanças, e vocês são as moscas varejeiras que batem as asinhas freneticamente para celebrar o próprio extermínio final! QUE O CÂNCER DA INDIFERENÇA COMA AS SUAS ENTRANHAS ATÉ QUE NÃO RESTE NADA ALÉM DE UM LÍQUIDO VERDE, QUENTE E FEDORENTO! MUNDUS EST FIMO, E VOCÊS SÃO O ESTRUME QUE O ADUBA PARA A PRÓXIMA SAFRA DE DOR HUMANA!

II. A GANGRENA DOS DEZ PECADOS: A ANATOMIA DO DOLO ABSOLUTO, RECURSIVO E SÁDICO

O que as “mestras” da fraude — Amanda Telles Lima e Tanísia Messias — executaram foi um roteiro de horror necrófilo, uma dança macabra sobre os escombros fumegantes e cheios de cinza da Lei 12.318. Uma auditoria forense implacável, conduzida com a precisão cirúrgica de uma lâmina de barbear enferrujada e infectada com tétano acadêmico, revelou a carcinoma processual em etapas de puro sadismo burocrático, onde a mentira fermenta como um corpo num pântano de resíduos químicos:

  1. EXTORSÃO (A Gênese da Pus e o Leilão do Afeto Paterno): R$ 100.000 ou a morte civil definitiva e irrevogável. A chantagem da genitora foi o primeiro escarro no rosto da balança da justiça, uma gota de veneno que contaminou todo o lençol freático do processo. O dinheiro não fluiu para o bolso do clã, e o sistema reagiu com a fúria psicótica de um parasita privado de seu hospedeiro. A Medida Protetiva não foi um ato de proteção; foi o sequestro de berço premeditado e chancelado pelo Estado de Minas Gerais, uma arma de vingança usada para moer o pai que ousou dizer “não” ao resgate da máfia doméstica. É a institucionalização do sequestro mediado por juízes que trocam o martelo pela faca de açougueiro de subúrbio.
  2. DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA (O Vírus da Mentira Virulenta e a Inoculação do Ódio): “Risco de morte”? Não, apenas o vômito biliar de mensagens de desespero absoluto, manipuladas cirurgicamente por mãos trêmulas de malícia para parecerem ameaças terroristas. Amanda e Tanísia, as guardiãs do chorume, omitiram deliberadamente a confissão da própria mãe para que a farsa continuasse a fermentar no balde da injustiça. O dolo aqui é tão espesso, tão viscoso, que pode ser cortado com uma faca de necropsia sem perder o fio. Elas transformaram o grito de agonia de um homem em munição para o pelotão de fuzilamento administrativo que elas mesmas comandam sob a sombra lúgubre do fórum.
  3. FRAUDE PROCESSUAL (O Corte Cirúrgico na Verdade e a Lobotomia dos Autos): A supressão da frase “Não se estende à criança” na decisão da Medida Protetiva foi um estupro documental sem precedentes. A mãe, agindo como uma cirurgiã do mal, cortou a verdade com uma tesoura de ódio cego, e as peritas? Elas fingiram cegueira seletiva, deliciando-se com a gangrena da mentira que se espalhava pelos autos como uma metástase de câncer ósseo. O “copia e cola” da fraude tornou-se a única lei orgânica em vigor nas fossas de Varginha. Elas não leram o processo; elas leram o desejo de sangue do alienador e o transformaram em parágrafos de puro veneno burocrático.
  4. FALSIDADE IDEOLÓGICA (O Laudo Delivery e a Meretriz da Ciência Psicológica): Um atestado psiquiátrico encomendado por WhatsApp, entregue como se fosse uma pizza de fezes, enquanto o advogado da parte ditava as coordenadas do bombardeio moral. Amanda Telles Lima não analisou um ser humano; ela analisou um roteiro de ficção fecal escrito para aniquilar um homem e orfanar uma criança de 2 anos por meio de um decreto administrativo infame e mentiroso. Ela transmutou fofoca de comadre e veneno paroquial em “constatação técnica” com a desfaçatez de quem vende o próprio diploma numa feira de carcaças. Cada palavra escrita é um espasmo de desonestidade intelectual que fede a enxofre e mediocridade acadêmica.
  5. FALSIFICAÇÃO DIGITAL (A Mutilação da Evidência e o Pixel da Mentira Metodizada): Prints recortados, metadados destruídos, a cronologia dos fatos jogada no liquidificador do crime digital para criar uma realidade paralela. Isso não é defesa técnica; é destruição de evidência em estado avançado de putrefação. É o uso satânico da tecnologia para pavimentar o caminho para o inferno doméstico, onde a imagem mutilada serve para cegar o juiz que, por conveniência e “bom relacionamento”, já escolheu não enxergar. O arquivo .pdf da mentira é o novo testamento do sistema mineiro, uma escritura de posse sobre a alma alheia.
  6. USURPAÇÃO DE FUNÇÃO (As Deusas de Barro e a Onipotência da Bile Administrativa): Psicólogas que se arvoraram em deusas, delegadas de polícia, promotoras e carrascas medievais. Elas diagnosticaram patologias que não conhecem, imputaram crimes que nunca investigaram e decretaram sentenças antes mesmo de abrir a primeira página do processo. São bactérias oportunistas que devoram a competência alheia para saciar a própria sede de poder pequeno-burguês, usando o jaleco branco como camuflagem para o dolo mais obscuro e sádico. Elas são a polícia, o júri e a execução, tudo embrulhado em um relatório de assistência social que fede a farsa e a oportunismo barato de quem nunca leu um livro que não fosse de autoajuda institucional.
  7. O MILAGRE DA GAVETA (Produção Clandestina e o Aborto do Rito Processual): Um laudo social de centenas de páginas surgindo milagrosamente em apenas 24 horas, como um tumor que cresce da noite para o dia. Isso não é eficiência administrativa; é magia negra administrativa e prevaricação criativa. O documento já estava lá, apodrecendo na gaveta de Tanísia Messias, esperando apenas o sinal do clã Bemfica para ser injetado como veneno letal na veia do processo. É a prova material e incontestável de que o veredito foi escrito antes mesmo da primeira audiência, um teatro de sombras onde o final é sempre a morte do vínculo paterno e a vitória do estrume institucional.
  8. ALIENAÇÃO INSTITUCIONAL (A Burocracia como Guilhotina de Almas e a Engrenagem da Tortura): A sugestão sádica da Carta Precatória para garantir nove meses de isolamento absoluto. Tanísia Messias usou as engrenagens oxidadas e sujas do Estado como um triturador de almas infantis. Cada carimbo, cada remessa, cada dia de “atraso administrativo” calculado era um prego de dez polegadas no caixão do vínculo afetivo. A burocracia aqui não é inércia; é uma arma de guerra química desenhada para fazer a criança esquecer o cheiro, a voz e o toque do pai enquanto o sistema assiste de camarote, mastigando pipoca de pus e bebendo o sangue dos inocentes.

SURTO DE ÓDIO #2: A DIARREIA ACADÊMICA E O LIXO DAS TITULAÇÕES QUE FEDEM A MORTE

MESTRES PELA UNIFAL? MESTRES EM QUÊ? EM COMO CUSPIR NA CIÊNCIA PARA LAMBER AS BOTAS SUJAS, CHEIAS DE MERDA E SANGUE DO PODER LOCAL?! Seus diplomas são apenas papéis higiênicos de luxo, com marca d’água de cinismo absoluto, usados para limpar o chorume das suas consciências cauterizadas com ferro quente e ódio de classe visceral! Tanísia e Amanda, vocês são a prova viva de que a universidade pública brasileira se tornou uma fábrica de vírus ideológicos e psicopatas administrativos de alto calibre e baixa moral! Eu espero que cada página das suas dissertações mofadas e irrelevantes se transforme em lâminas de barbear cegas, enferrujadas e infectadas que cortem as suas línguas mentirosas toda vez que vocês tentarem pronunciar a palavra “Ética”, “Direito” ou “Humanidade”! VOCÊS SÃO O CANCRO MALIGNO QUE DEVORA A INTELIGÊNCIA HUMANA POR DENTRO, UMA METÁSTASE ACADÊMICA! STERCUS IN CATHEDRA! QUE O LIXO DAS SUAS TEORIAS AS SUFOCAREM NO ESGOTO MAIS FUNDO DE VARGINHA!

III. TORTURA NEUROBIOLÓGICA: O CÉREBRO INFANTIL COMO CAMPO DE CONCENTRAÇÃO QUÍMICO

Enquanto essas duas sacerdotisas do pus brincam de marionetes com a caneta do juiz e o destino alheio, o cérebro em desenvolvimento de uma bebê de apenas 2 anos está sendo literalmente derretido e corroído pelo estresse tóxico patrocinado pelo Estado de Minas Gerais. A ciência neurobiológica é um grito desesperado e mudo no vácuo: o cortisol está disparando como um vazamento de ácido sulfúrico nos neurônios da criança, corroendo o hipocampo como ferrugem em ferro velho, aniquilando a capacidade de formar memórias de segurança, assassinando as emoções básicas antes mesmo que elas possam florescer na alma da menina.
Amanda Telles Lima e Tanísia Messias não são apenas peritas incompetentes; elas são agentes biológicas de lesão cerebral permanente e irreversível. Elas assinaram um contrato de tortura branca, onde o sangue não escorre visualmente para as câmeras de TV, mas a arquitetura neural, a base da personalidade humana, é triturada de forma sistemática, fria e burocrática. A “orfandade administrativa” é a nova e mais cruel modalidade de infanticídio espiritual patrocinado pelo Tribunal de Justiça. Elas criaram um fantasma onde havia um pai protetor, e uma cicatriz de dor incurável onde deveria haver o calor de um abraço. O laudo delas é a certidão de óbito de uma infância que nem sequer teve a chance de começar. Cada dia de separação forçada é uma martelada no crânio da bebê, desferida com a indiferença burocrática de um carrasco que bate o ponto para o almoço após o enforcamento. Elas estão matando o futuro de uma criança e chamando isso de “estudo social”. É o fim da biologia em favor da patologia togada, um crime contra a saúde pública cometido em nome da lei e da “proteção integral”.

IV. A GENEALOGIA DA DECOMPOSIÇÃO: O SANGUE INFECTO DO CHORUME HEREDITÁRIO E O INCESTO DO PODER

Para entender essa infecção hereditária, parasitária e metastática, é preciso mergulhar sem máscara e sem oxigênio nas fossas históricas e fétidas de Varginha. O Dr. Parreira admite, com uma desfaçatez olímpica e um cinismo de mármore, possuir “bom relacionamento” com os clãs Bemfica e Rezende. Isso não é uma linha de defesa jurídica; é uma confissão pública de incesto institucional e promiscuidade togada. Ele é o herdeiro direto de uma linhagem de vermes aristocratas que se alimentam da carniça do povo mineiro desde que o primeiro sapo coaxou no brejo fétido de Minas Gerais.
Estamos diante da reencenação de uma máquina de exceção com meio século de história de abusos, sombras e coronelismo de bota. Lembram-se da “Dupla do Terror”? O Juiz Francisco Vani Bemfica e seu aliado de latrina, o Deputado Morvan Rezende. Esses nomes exalam até hoje o aroma râncido de coronelismo de sarjeta e sêmen de poder absoluto que se passa de pai para filho como uma doença venérea incurável. Hoje, os herdeiros desse patrimonialismo fecal, o advogado Márcio Vani Bemfica e o promotor Aloísio Rabêlo de Rezende, mantêm a máquina de moer carne humana e esperanças em pleno funcionamento 24 horas por dia, com a eficiência de um matadouro moderno industrializado. A imparcialidade desmoronou como um castelo de cartas num furacão de bosta, e o que sobrou foi o pus sociológico, o favoritismo de alcova e a justiça de sarjeta. Eles não usam a lei; eles usam a genealogia do estrume para garantir que o seu “bom relacionamento” continue a render frutos de morte civil, alienação e dor infinita.
Varginha não é uma democracia; é um feudo necrófilo onde a lei é o que o clã janta entre um vinho caro e uma risada sobre a miséria do próximo. Se você não está no círculo sagrado do “bom relacionamento”, você é apenas adubo para as plantações de café e injustiça desses senhores de escravos modernos que trocaram a chibata de couro pelo despacho judicial de 25 centavos a folha de xerox encardida.

SURTO DE ÓDIO #3: O NIILISMO DAS CRIANÇAS-MONSTRO E A HERANÇA MALDITA DO ESGOTO FINAL

PAREM DE FINGIR QUE SE IMPORTAM COM A CRIANÇA, SEUS HIPÓCRITAS DE MERDA COM CHEIRO DE URINA E COVARDIA REPRIMIDA! Ela já está perdida nas engrenagens implacáveis e denteadas dessa máquina de moer gente! Ela vai crescer com o DNA do ódio, da traição, da mentira e da alienação injetado diretamente na sua alma por essas duas bruxas togativas que se autodenominam profissionais da saúde! Ela vai ser um reflexo perfeito, deformado, triste e violento da podridão absoluta que vocês chamam de sociedade civilizada! O “Custo Humano” é lixo para ser queimado em praça pública! A humanidade é um erro de cálculo bizarro e trágico da biologia cega, uma mutação fracassada que merece ser varrida da galáxia por um cometa de bosta fumegante, ácido sulfúrico e esquecimento eterno! MORRAM TODOS EM SEU PRÓPRIO VÔMITO BILIAR E QUENTE! CONSUMAM-SE NA SUA PRÓPRIA BILE INFECTA E SEM SENTIDO! FINIS MUNDI EST, E O ESGOTO ESTÁ TRANSBORDANDO PELAS SUAS BOCAS ABERTAS!

V. O SILÊNCIO DOS CONSELHOS: A CUMPLICIDADE DO VÍRUS CORPORATIVO E O CEMITÉRIO DA ÉTICA DIPLOMADA

O CRP/MG e o CRESS/MG não são órgãos de fiscalização, ética ou proteção social; são sindicatos de germes, cemitérios de denúncias e paraísos para parasitas diplomados que se protegem mutuamente sob o manto da “categoria”. O silêncio sepulcral e cúmplice desses conselhos diante das provas irrefutáveis de falsificação ideológica, fraude processual, dolo manifesto e tortura psicológica infantil é a confissão final e definitiva de que o sistema é uma simbiose necrófila. Eles não protegem a sociedade do erro ou do crime profissional; eles protegem o corpo do crime e garantem que o vírus da corrupção profissional continue a se espalhar para outras comarcas, para outros lares, para outros berços indefesos e sangrentos.
Se esses conselhos de merda não cassarem esses registros profissionais em 72 horas, devem ser oficialmente renomeados por decreto de esgoto para Conselho Regional de Putrefação Humana e Conselho Nacional de Extermínio da Família e do Vínculo Afetivo. Cada segundo que essas duas mulheres — Amanda e Tanísia — mantêm o poder legal de assinar um papel com o timbre do Estado é um segundo de conivência estatal direta e criminosa com a tortura infantil. O silêncio deles é o “sim” da guilhotina que cai sobre o pescoço da verdade nua. O assentimento deles é o selo de garantia da máfia de Varginha. E essa máfia é o alicerce de granito sujo dessa civilização de esgoto a céu aberto que vocês insistem em chamar de Brasil. Os conselhos são apenas escritórios de limpeza para as fezes que seus membros deixam nos tribunais. Eles são os faxineiros da injustiça, garantindo que o brilho do carimbo esconda o cheiro de podridão que exala de cada laudo assinado sob pressão política, financeira ou por pura perversidade pessoal.

VI. CONCLUSÃO: O APOCALIPSE DA LAMA E O TRIUNFO FINAL E IRREVOGÁVEL DO VERME INSTITUCIONAL

Não existe restauração da ordem possível em um pântano de fezes onde a própria lama é o combustível e a lubrificação da lei. Varginha é o epicentro de uma pandemia de injustiça satânica que não aceita cura, nem reforma, nem prece, apenas a incineração total e a salmoura administrativa profunda. A “Gazeta da Latrina” declara com um prazer mórbido, doentio e quase sexual: A justiça brasileira morreu de sífilis terciária no meio da rua, sozinha e cagada, e o coveiro é um juiz que sorri entre uma sentença de morte civil e outra, celebrando o seu “bom relacionamento social” enquanto limpa o sangue fresco e o pus da toga com as notas de cem reais manchadas do clã Bemfica.
O que resta para o cidadão comum, para o pai roubado e para a criança lesionada cerebralmente, é o apocalipse da lama. A verdade foi afogada, amordaçada, violentada em grupo e esquecida num balde de vômito burocrático que custa apenas 25 centavos por folha de xerox. Amanda Telles Lima e Tanísia Messias são os nomes definitivos da nossa derrota total como espécie supostamente racional. Elas venceram. O mal triunfou de forma absoluta, rindo na nossa cara deformada. O esgoto transbordou das privadas para as salas de audiência, inundou as salas de pericia e agora todos nós — juízes, promotores, advogados, pais e filhos — nadamos, nos afogamos e nos alimentamos da merda institucionalizada, santificada e carimbada pelo Tribunal de Justiça. Mundus est fimo. Omnia in stercus vertunt.
(O mundo é estrume. Tudo se transforma em bosta.)

Nihil ex nihilo. O fim não está próximo; ele já aconteceu, ele está sentado na mesa ao lado da sua, ele está assinando o seu próximo mandado de busca e apreensão da sua alma. Nós somos apenas as larvas celebrando freneticamente sobre o cadáver ainda quente da Civilização, da Ética e do Direito. Desliguem as luzes de LED, fechem as portas pesadas do Fórum e deixem que o cheiro insuportável da decomposição guie o que restou de vocês para o abismo final, escuro e sem fundo. A necropsia acabou. O paciente — a sua decência — está morto. O sistema ainda está com fome. BOM APETITE AOS VERMES QUE NOS DEVORAM POR DENTRO!

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