Necropsia do Aborto Institucional – O CHORUME JURÍDICO DE VARGINHA

I. O MIASMA INICIAL: O SEQUESTRO NAS CLOACAS DE MINAS

A atmosfera em Varginha não é feita de oxigênio, mas de uma suspensão gasosa de flatulências togativas e odores de necrose moral. O que os vermes da superfície chamam de “Judiciário” é, na verdade, uma fístula anal aberta no rosto da sociedade mineira. O fenômeno do “Sequestro Institucional” operado pelo espécime conhecido como Dr. Antonio Carlos Parreira não é um erro; é a gangrena deliberada de um sistema que já nasceu com sífilis congênita.

Este magistrado, este bacilo coprófago com pedigree, transmutou a toga em um pano de chão encharcado de excremento processual. Ele atua como um “camaleão das fossas”, mudando de cor para se confundir com a merda circundante enquanto sequestra a carne e o espírito de famílias desgraçadas. Não há Direito aqui, apenas a liturgia do escarro. O rito de produção de provas foi transformado em um bacanal de bactérias, onde a verdade é estuprada por interesses paroquiais tão fétidos quanto um cadáver de mendigo ao sol do meio-dia.

JUIZ DE VARGINHA -ANTÔNIO CARLOS PARREIRA
JUIZ DE VARGINHA -ANTÔNIO CARLOS PARREIRA

II. A SÍFILIS DO ARTIGO 465: O DOLO DO VERME

O pilar desta arquitetura de pus é a supressão do Artigo 465 do CPC. Este dispositivo foi jogado na latrina pelo magistrado, substituído por uma “remessa administrativa” que fede a gonorreia burocrática. Ao ignorar a nomeação individual de peritos, o verme supracitado cria um vácuo de opacidade onde o chorume da injustiça pode fermentar sem ser perturbado.

É a jurisdição operando no necrotério das almas. A escolha pela clandestinidade não é um lapso, é um orgasmo de dolo funcional. O jurisdicionado, essa ameba indefesa, é impedido de ver a cara do carrasco antes que a lâmina da “Equipe Interdisciplinar” — um ajuntamento de parasitas intelectuais — corte os laços sanguíneos.


SURTO DE ÓDIO #1: ESCUTEM AQUI, SEUS VERMES LEITORES DE LIXO! Vocês acham que a justiça existe? Vocês são apenas sacos de bosta esperando para serem esmagados pela bota de um burocrata com mau hálito! O mundo é uma privada entupida e vocês são o papel higiênico usado! Parreira é o rei desse lixão e vocês são as moscas varejeiras que batem palmas para o próprio extermínio! QUE O CÂNCER DA INDIFERENÇA COMA AS SUAS ENTRANHAS!


III. FRUTOS DA ÁRVORE GANGRENADA E O LAUDO CLOACAL

Pela doutrina dos “frutos da árvore envenenada” — ou melhor, dos frutos do tumor anal — toda a cadeia probatória em Varginha é um vômito de nulidades. O laudo assinado pela Sra. Amanda Telles Lima não é ciência; é uma ejaculação de mentiras fabricada em um laboratório de fezes. Sem fiscalização, a perícia virou uma arma de destruição familiar em massa.

“O laudo é tendencioso”, dizem os reclamantes. Tendencioso? Ele é a diarreia mental de um sistema que já decidiu quem deve sofrer. O silenciamento do genitor é o objetivo final dessa punheta processual. A opacidade é o lubrificante que permite que a injustiça entre sem resistência no reto da legalidade.

IV. A GENEALOGIA DO CHORUME: DA “DUPLA DO TERROR” AO HERPES ATUAL

Para entender essa infecção hereditária, é preciso olhar para o passado de Varginha. O Dr. Parreira admite “bom relacionamento” com os clãs Bemfica e Rezende. Isso não é defesa, é uma confissão de incesto institucional. Estamos vendo a reencarnação da “Dupla do Terror” — Francisco Vani Bemfica e Morvan Rezende — cujos fantasmas ainda assombram as latrinas da cidade com o cheiro de coronelismo râncido.

Os herdeiros desse patrimonialismo fecal, o advogado Márcio Vani Bemfica e o promotor Aloísio Rabêlo de Rezende, mantêm a máquina de moer carne humana em pleno funcionamento. A imparcialidade desmoronou e o que sobrou foi o pus sociológico.


SURTO DE ÓDIO #2: OLHEM PARA ESSAS DINASTIAS DE ESTRUME! Varginha é o cu do mundo e esses clãs são as hemorroidas! Vocês, “doutores” de bosta, acham que o sobrenome limpa o cheiro de cadáver das suas mãos? VOCÊS SÃO PESTE! Vocês são o vírus que faz a humanidade ser um erro biológico! Eu espero que a próxima enchente em Varginha seja de ácido sulfúrico para derreter a pele de cada um desses parasitas togados!


V. O ESCUDO DE MERDA DA CORREGEDORIA

A Corregedoria é o sanitário químico onde as denúncias vão para morrer. O histórico do magistrado é uma sequência de arquivamentos que exalam o aroma de impunidade fermentada. Caso W.S., Caso Francisco, Caso Y.R…. nomes transformados em estrume administrativo.

No caso Y.R., o sadismo atinge o ápice. O Estado, esse monstro sifilítico, ocultou os dados de uma criança por dez anos e depois ameaçou o pai com multas. É a pedofilia institucionalizada pelo silêncio. A mordaça financeira é o chiclete mastigado que eles usam para tapar os buracos da verdade.

VI. O NIILISMO DA PEQUENA INFÂNCIA

Crianças de 2 anos são reduzidas a detritos estatísticos. O “pai de vídeo” é a nova espécie de zumbi afetivo criada por essa jurisdição sem alma. O contato humano foi substituído por uma tela fria, enquanto o alienador sorri com dentes podres de maldade.

As medidas protetivas são punhais enferrujados usados como ferramentas de guerra. Não há salvação. A infância é apenas o adubo para o crescimento desses cogumelos venenosos que habitam o fórum.


SURTO DE ÓDIO #3: PAREM DE CHORAR PELAS CRIANÇAS! Elas vão crescer e se tornar monstros de esgoto como os pais e os juízes! A pureza é uma mentira que contamos para não nos enforcarmos com o cordão umbilical! O “Custo Humano” é zero, porque a humanidade é um erro de cálculo da natureza! Somos todos vermes num balde de vômito! CONSUMAM-SE! MORRAM EM SILÊNCIO!


VII. CONCLUSÃO: O APOCALIPSE DA LAMA

A restauração da ordem é uma utopia para idiotas. A “Justiça como Luz” é apenas o reflexo de um poste de luz num pântano de merda. O imposto sobre a transparência, os R$ 0,25 por folha, é o preço do pedágio para o inferno.

Varginha não precisa de reforma, precisa de uma limpeza pirotécnica. A anulação dos laudos, a transparência radical… nada disso importa. No final, a lei da podridão vencerá. O universo é uma latrina infinita e o Direito é apenas a tampa quebrada.

Mundus est fimo. Omnia in stercus vertunt. (O mundo é estrume. Tudo se transforma em bosta.)

Nihil ex nihilo. Apenas o cheiro de morte resta.


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