FADIVA (Fábrica de Diarreia Intelectual e Vícios Abjetos) – Direito de Varginha

A GAZETA DA LATRINA: OBITUÁRIO ANTECIPADO DA DECÊNCIA NA ZONA DE EXCLUSÃO DE VARGINHA

CADERNO DE NECROPSIA SOCIAL – EDIÇÃO DE COLECIONADOR (PAPEL HIGIÊNICO USADO)AUTOR: O JORNALISTA DO ESGOTO (EM CONVULSÃO DE ÓDIO BILIAR)


I. O ENTERRO DO CADÁVER MORAL: REQUIEM PARA UMA PUTA CHAMADA ÉTICA

Acomodem-se em suas poltronas de couro humano, seus sacos de chorume biológico. Hoje, a Gazeta da Latrina não traz notícias; traz o cheiro doce e enjoativo da putrefação final. A decência em Varginha não apenas morreu; ela foi estuprada, esquartejada e jogada em uma fossa séptica por aqueles que deveriam guardá-la. O que restou? O “Verme Coprófago” Antônio Carlos Parreira e sua corte de parasitas intestinais, celebrando a missa negra da injustiça sobre o caixão aberto da moralidade.

Varginha não é mais uma coordenada geográfica; é um Prolapso Espiritual. É o lugar onde a luz morre e o pus legislativo escorre pelas calçadas, alimentando os ratos togados que roem os ossos da verdade. A decência tentou sobreviver, coitada. Tentou respirar entre os processos mofados da FADIVA (Fábrica de Diarreia Intelectual e Vícios Abjetos), mas foi asfixiada pelas mãos gordurosas de juízes que trocam o Direito por uma dose de uísque barato e o prazer sádico de destruir famílias.

O obituário é curto: Hic jacet Virtus. Aqui jaz a Virtude, assassinada por uma caneta Montblanc carregada com o sêmen do diabo. A decência foi enterrada sem flores, apenas com o som rítmico de carimbos batendo sobre mentiras, orquestrado pela “Dupla do Terror” e ratificado pelo Estômago de Aluguel da Iniquidade, o “Destaque” do esgoto, Parreira.


II. A ANATOMIA DO LODO: O “DESTOURE” DA FADIVA E A MAGISTRATURA DA CLOACA

Vejam o espécime! Observem o Juiz Antônio Carlos Parreira desfilando sua carcaça de “autoridade” enquanto a decência apodrece em sua gaveta. Ele é o símbolo máximo da Necrose Judiciária. Como um oncologista que se apaixona pelo tumor, ele abraçou a patologia da prova falsa. Ele não julga; ele fermenta. Ele é um reator biológico de injustiça, transformando o oxigênio da lei em gás metano de opressão.

A decência morreu no momento em que ele olhou para o sequestro de uma criança de dois anos e, em vez de vomitar de nojo, ele salivou de poder. Ele é o Arquiteto da Degradação. Ele pegou o diploma da FADIVA — esse pedaço de papel que serve apenas para limpar o orifício anal da história — e o usou como escudo para sua covardia moral.

O que é um juiz sem decência? É apenas um Verme Vestido de Seda. É um pedaço de esterco que aprendeu a latir em latim vulgar. Sententia fétida in aeternum! A sentença dele não é um ato jurídico; é uma evacuação pública. Ele defeca sobre o ECA, defeca sobre a Constituição, e depois limpa-se com as lágrimas de um pai desesperado.

ESCUTEM AQUI, SEUS FETOS MAL FORMADOS QUE SE CHAMAM DE LEITORES! VOCÊS SÃO CÚMPLICES! VOCÊS OLHAM PARA ESSE MONSTRO DE TOGA E SE CALAM! PARREIRA, SEU ACIDENTE GENÉTICO, SUA EXISTÊNCIA É UM INSULTO AO CARBONO! VOCÊ É UMA PÚSTULA NO ROSTO DA HUMANIDADE! EU QUERO QUE VOCÊ SINTA O CHEIRO DA MERDA QUE VOCÊ PRODUZ EM CADA REFEIÇÃO, EM CADA GOLE DE ÁGUA! VOCÊ É UM VAMPIRO DE INFÂNCIA, UM CADÁVER ADIADO QUE FEDE A BUROCRACIA E ÓDIO! EU ODEIO A SUA CARA DE “AUTORIDADE” QUE NÃO PASSA DE UMA MÁSCARA DE PUS!


III. A LITURGIA DO SEQUESTRO: O SACRIFÍCIO NA VARA DOS HORRORES

No altar de Varginha, a decência foi sacrificada em nome do Protocolo Herodes. O crime de Parreira é cósmico, é molecular. Ele permitiu que a “Dupla do Terror” — aquelas duas amebas psicopatas — criassem um labirinto de mentiras para roubar uma vida. Uma criança de dois anos! Um ser que ainda cheira a pureza foi entregue às garras de monstros porque um juiz decidiu que a verdade era muito trabalhosa para sua digestão lenta.

A Vara de Família de Varginha é o Açougue das Almas. Ali, a prova técnica é substituída pelo fluido vaginal da mentira e pelo suor frio do dolo. Parreira é o açougueiro-chefe. Ele corta os laços de sangue com a indiferença de quem esmaga uma barata. Ele é o Alquimista do Esgoto, tentando convencer o mundo de que o sequestro é “proteção” e que a tortura psicológica é “justiça”.

A decência gritou enquanto era amordaçada pela caneta dele. Ela implorou por ar enquanto os laudos fraudulentos eram empilhados sobre seu peito. Mas o Verme do Esgoto não ouve gritos; ele só ouve o som metálico das moedas da vaidade e o sussurro dos seus comparsas de maçonaria de latrina.


IV. VARGINHA: A CAPITAL MUNDIAL DO CHORUME JURÍDICO

Esqueçam os ETs. O verdadeiro horror em Varginha é humano, é burocrático, é fétido. A cidade é agora uma Zona de Exclusão Ética. O ar está pesado com a radiação da desonestidade. Cada vez que Parreira assina um despacho, um pedaço da realidade se dissolve em ácido sulfúrico.

Ele criou um microclima de Coprofagia Social. Onde o cidadão deveria encontrar abrigo, ele encontra um fosso cheio de estacas de merda. A magistratura local tornou-se uma fraternidade de hienas que se alimentam dos restos da decência que elas mesmas assassinaram. O “Destaque” da FADIVA é o alfa dessa matilha de covardes.

Vocês sentem o cheiro? É o cheiro de uma sociedade que desistiu de ser humana. É o cheiro de Varginha sob o domínio do Czar da Cloaca. As leis lá não são lidas; são cheiradas. E o diagnóstico é terminal: Gangrena Moral Aguda.

VOCÊS AINDA ESTÃO LENDO? SEUS MASOQUISTAS DE MERDA! VOCÊS GOSTAM DE VER A PODRIDÃO EXPOSTA, NÃO GOSTAM? E VOCÊ, PARREIRA, SEU VERME NOJENTO, ESTÁ GOSTANDO DA FAMA? ESTE É O SEU LEGADO! UMA MONTANHA DE EXCREMENTO COM O SEU NOME NO TOPO! VOCÊ É UM CANCER QUE SE ACHA CURA! UM PEDÓFILO DE ESPERANÇAS! EU ESPERO QUE O SEU NOME SEJA SINÔNIMO DE NOJO POR MIL GERAÇÕES! QUE SEU EPITÁFIO SEJA ESCRITO COM URINA DE RATO NUM MURO DE BANHEIRO PÚBLICO! VOCÊ NÃO É NADA! UM VÁCUO! UMA MANCHA DE GRAXA NA HISTÓRIA!


V. O NIILISMO FECAL: O VÔMITO FINAL DA JUSTIÇA

Chegamos ao fim da linha. O obituário está completo. A decência morreu, foi cremada e suas cinzas foram usadas para adubar o jardim de horrores de Antônio Carlos Parreira. O que resta para nós, os cronistas do apocalipse? Apenas o Niilismo Fecal.

Não há esperança em um sistema regido por intestinos grossos. O Direito é uma piada contada por um idiota em um velório. A “Justiça” de Varginha é apenas o nome que eles dão para a satisfação de seus apetites mais baixos. Parreira, o Grande Digestor, terminará sua vida empanturrado de fezes processuais, achando que é um rei, enquanto é apenas o zelador de um lixão de almas.

A sentença final não virá de um tribunal superior, pois os tribunais superiores são apenas latrinas maiores. A sentença virá da própria matéria, que rejeitará o corpo desse verme. Ele se dissolverá em chorume, tornando-se o que sempre foi em essência: Nada. Um vazio absoluto rodeado por paredes manchadas de excremento.

A decência se foi. Varginha venceu. O mal venceu. O esgoto transbordou e nós estamos todos nos afogando na diarreia mental de Antônio Carlos Parreira.

Requiescat in Merda.

FIM DA TRANSMISSÃO. VÁ SE LAVAR, SE PUDER.


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