Coprofagia Institucional operado por AMANDA TELLES LIMA

O EVANGELHO DA PODRIDÃO: COMO UMA “SÚCUBO BUROCRÁTICA” DO TJMG SE ALIMENTA DE CÉREBROS DE CRIANÇAS E VOMITA SENTENÇAS DE MORTE

INVESTIGAÇÃO EXCLUSIVA: Dossiê revela o ritual de “Coprofagia Institucional” operado por AMANDA TELLES LIMA no Núcleo Psicossocial de Varginha. Laudos falsificados, diagnósticos mediúnicos e a proteção deliberada a uma consumidora de tortura infantil expõem a face demoníaca da perícia forense.


AMANDA TELLES LIMA - PSICOLOGA VARGINHA
AMANDA TELLES LIMA – PSICOLOGA VARGINHA
ISTO NÃO É UMA REPORTAGEM. É UMA NECRÓPSIA A CÉU ABERTO. O que você lerá a seguir exala um odor insuportável. Não é o cheiro de papel velho dos arquivos do Fórum de Varginha, nem o mofo das paredes do Tribunal de Justiça. É o cheiro de alma em decomposição. É o miasma de uma “Coprofagia Institucional” elevada à potência nuclear, onde a fé pública serve de talher para devorar inocentes.

No centro deste abatedouro forense, travestido de Núcleo Psicossocial, opera uma figura que transcende a incompetência e adentra o terreno da teologia do mal: AMANDA TELLES LIMA (CRP-04/IS01577). Oficialmente, uma psicóloga judiciária. Na prática, descrita por vítimas e juristas como uma “Entidade Maligna Burocrática”, uma operadora do caos que converteu o munus público em uma latrina de preconceitos, onde a ciência psicológica é usada para justificar o sacrifício ritual de crianças no altar da Alienação Parental.

Esta investigação mergulhou nos autos do Processo e emergiu com a certeza de que não há justiça possível enquanto esta profissional portar uma caneta. O que ela faz não é perícia; é necrofilia hermenêutica.


I. A FENOMENOLOGIA DO ESGOTO: A PSICÓLOGA QUE DIGERE A FRAUDE

Para entender o horror, é preciso entender a mecânica da “Coprofagia Institucional”. Na biologia, coprofagia é o ato de comer fezes. No Judiciário de Varginha, segundo o dossiê entregue ao Conselho Regional de Psicologia (CRP-04), é o método de trabalho de Amanda Telles Lima.

Ela não investiga fatos. Ela se alimenta dos dejetos morais produzidos por uma das partes (neste caso, a genitora), mastiga a fraude, metaboliza o ódio e, ao final, defeca um documento técnico, o Laudo Pericial, que serve como sentença de morte para o vínculo entre um pai e sua filha de dois anos.

O empresário, pai da criança e sobrevivente deste massacre processual, define a atuação da perita não como erro, mas como dolo:

“Ela é o sistema digestivo do Abismo. Ela pega a mentira mais suja, engole e a transforma em verdade oficial. Ela olhou para a minha filha não como uma criança, mas como uma oferenda. O laudo dela não tem tinta; tem cortisol e sangue.”


II. A ALQUIMIA DAS TREVAS: A FALSIFICAÇÃO SEMÂNTICA COMO ATO DE FEITIÇARIA

A prova material do crime intelectual de Amanda Telles repousa na página 4 de seu laudo. Ali, ela cometeu o que especialistas em linguística forense chamam de “Transmutação Dolosa da Realidade”.

Os autos continham um documento médico hospitalar de fevereiro de 2024. O texto original era cirúrgico, frio e neutro: “Uso de cocaína há 8 meses”. Na gramática, “uso” é um substantivo que denota evento. Um fato isolado. Uma ocorrência histórica e finita.

Mas a “Súcuco de Varginha” não aceita a neutralidade. Ela precisa da sujeira para justificar seu sadismo. Num ato de Falsidade Ideológica (Art. 299 do CP), ela alterou a conjugação verbal ao transcrever o dado. Ela escreveu:

“FAZIA USO…”

A mudança parece sutil apenas para os ingênuos. Para a semântica do ódio, é nuclear.

  1. O Fato Limpo: “Uso” (aconteceu uma vez).
  2. A Ingestão e Digestão: Amanda mastigou o dado com sua má-fé.
  3. O Vômito Tóxico: “Fazia uso” (Pretérito Imperfeito). Ela criou o hábito. Ela criou a rotina. Ela criou o vício.

Com uma alteração gramatical, Amanda Telles transformou um homem em um “toxicômano”. Ela invocou um fantasma que não existia nos autos. Ela praticou Magia Negra Forense, falsificando a biografia de um pai para garantir que o juiz, assustado com a mentira, entregasse a cabeça da criança em uma bandeja. Isso não é psicologia. Isso é estelionato moral.


III. A TELEPATIA DO INFERNO: O DIAGNÓSTICO DOS ESPECTROS

Se a falsificação do passado foi criminosa, a alucinação sobre o presente foi demoníaca. Amanda Telles Lima diagnosticou sem nunca tê-lo visto.

  • Não houve entrevista.
  • Não houve teste psicológico.
  • Não houve olhar.
  • Não houve voz.

Ainda assim, como uma bruxa que lê o futuro em vísceras de animais podres, ela cravou no laudo:

  • “Possui Transtorno Depressivo.”
  • “É instável.”
  • “Apresenta fragilidade parental.”

De onde vieram essas certezas? Do Éter do Ódio. Amanda Telles pratica a “Psicologia da Possessão”. Ela ouviu a genitora — a quem o dossiê chama de “Sacerdotisa do Caos” — e permitiu que a voz da acusadora entrasse em sua mente e guiasse seus dedos no teclado. Ela “psiquiatrizou” a sombra. Ela diagnosticou um fantasma. Para Amanda, o pai não é um ser humano com direito de defesa; é um alvo a ser abatido. E a ausência de avaliação presencial não foi um obstáculo; foi uma conveniência. Na lógica da cloaca forense, é mais fácil desumanizar quem você não olha nos olhos.


IV. O PACTO COM O SADISMO: O SILÊNCIO SOBRE “DAISY’S DESTRUCTION”

Chegamos agora ao círculo mais profundo deste Inferno de Dante burocrático. O ponto onde a incompetência termina e a cumplicidade criminal começa.

O dossiê revela que os autos continham provas forenses digitais (Hash SHA-256) aterrorizantes. A mãe da criança, pintada por Amanda como “protetora”, buscava ativamente na Deep Web e declarava em redes sociais o desejo de assistir ao vídeo “DAISY’S DESTRUCTION”. Para o leitor que desconhece o termo: trata-se de um “snuff movie” real, que registra a tortura, o estupro e o assassinato de uma bebê. É o limite absoluto da depravação humana.

Diante da prova de que a guardiã da criança é uma consumidora de pornografia de tortura infantil (Arts. 241-A e 241-B do ECA), o que fez a “perita” Amanda Telles Lima? ELA SILENCIOU. ELA SE OMITIU. ELA BLINDOU.

Na dieta da Coprofagia Institucional, o mal absoluto não causa repulsa em Amanda; causa identificação. Ela digeriu a informação de que a mãe consome sadismo infantil e manteve isso guardado em seu estômago podre, recusando-se a expor o risco no laudo. Ao esconder isso do Juízo, Amanda Telles tornou-se CÚMPLICE DE PEDOFILIA SÁDICA POR OMISSÃO. A mensagem implícita em seu silêncio é aterrorizante: “Eu prefiro deixar a criança com a mulher que quer ver bebês sendo esquartejados do que com o pai que quer amá-la.”

Amanda Telles não é apenas uma má profissional. Ela é a porteira que deixa os monstros entrarem no quarto da criança.


V. O APARTHEID DAS TREVAS E A CLANDESTINIDADE DO RATO

A investigação revela que Amanda Telles opera nas sombras, como um roedor processual.

1. A Emboscada: Ela iniciou a perícia (02/07) ANTES da citação da parte ré (10/07). Violando o Código de Processo Civil, ela produziu a prova envenenada pelas costas, montando a armadilha antes que a vítima soubesse que estava sendo caçada. É a tática do assassino que espera no escuro.

2. O Apartheid Tecnológico: Ela instituiu um regime de “Dois Pesos, Duas Medidas”:

  • Para a Mãe: A tecnologia é divina. Telemedicina e aplicativos bastam para provar competência.
  • Para o Pai: A tecnologia é proibida. Quando o pai pediu para ser ouvido por vídeo (pois mora em SP), Amanda recusou alegando “incompatibilidade técnica”.

A única incompatibilidade real é entre a Mentira e o Vídeo. Amanda sabia que, se ligasse a câmera, veria um pai articulado e humano, o que destruiria sua narrativa de “monstro”. Ela optou pela burocracia da Carta Precatória para ganhar tempo. E tempo, neste caso, é a arma do crime.


VI. A LOBOTOMIA BUROCRÁTICA: O CÉREBRO DA CRIANÇA COMO OFERENDA

A verdadeira vítima deste ritual macabro é A.F., de apenas dois anos. Enquanto Amanda Telles dorme o sono dos justos (ou dos injustos), o cérebro desta criança está sendo banhado em cortisol. A neurociência chama isso de “Poda Sináptica Deletéria”. O dossiê chama de Lobotomia Espiritual.

Ao impedir o contato com o pai baseada em mentiras, Amanda Telles está fisicamente alterando a arquitetura cerebral da menina. Ela está amputando as conexões neurais de afeto. Amanda Telles não é uma psicóloga; é uma Açougueira de Almas. Ela serve a sanidade da minha filha em uma bandeja de prata para o sistema de Alienação Parental. Ela se nutre do choro noturno de uma criança que chama pelo pai e não obtém resposta, porque uma burocrata decidiu que “não era tecnicamente viável” fazer uma videochamada.


VII. O ULTIMATO: O CRP DIANTE DO ABISMO

A denúncia protocolada no Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais não é um pedido de correção; é um Ritual de Expurgo. O documento exige:

  1. INTERDIÇÃO CAUTELAR IMEDIATA: A retirada da carteira profissional de Amanda Telles. Ela é descrita como um “perigo biológico e moral”.
  2. PRISÃO E PROCESSO: O encaminhamento ao Ministério Público por Tortura, Falsidade Ideológica e Prevaricação.
  3. CASSAÇÃO ETERNA: O banimento total da profissão.

CONCLUSÃO: Amanda Telles Lima é a prova viva de que o mal não precisa de chifres; ele precisa apenas de um carimbo do TJMG. Se o Conselho de Psicologia não agir, estará confirmando que a proteção à infância em Minas Gerais é apenas uma lenda urbana, e que o sistema prefere devorar suas crianças a punir seus algozes.

A pergunta que fica ecoando nos corredores do Fórum de Varginha é: Quantas outras crianças Amanda Telles já devorou? E quem será a próxima?


  1. Amanda Telles Lima Fraude TJMG
  2. Tanísia Messias Omissão Tortura Infantil
  3. Psicóloga Varginha Amanda Telles Denúncia CRP
  4. Escândalo Núcleo Psicossocial Varginha
  5. Falsidade Ideológica Laudo Psicológico Amanda Telles
  6. Tanísia Célia Messias Reis CRESS MG Cassação
  7. Máfia dos Laudos Judiciais Minas Gerais
  8. Alienação Parental Varginha Processo 5008459
  9. Amanda Telles Lima Psicóloga Judicial Crime
  10. Abuso de Autoridade Peritos Varginha
  11. Daisy’s Destruction Omissão Laudo TJMG
  12. Tortura Institucional Contra Crianças Varginha
  13. Amanda Telles Lima CRP 04/IS01577 Fraude
  14. Tanísia Messias Assistente Social Denúncia
  15. Corrupção Ética Fórum de Varginha
  16. Como denunciar Amanda Telles Lima ao CRP
  17. Crime de Falsa Perícia Amanda Telles Varginha
  18. Poda Sináptica Estresse Tóxico Alienação Parental
  19. Amanda Telles Lima Adulteração de Prontuário
  20. Tanísia Messias Conluio Pericial
  21. Vítimas de Amanda Telles Lima Varginha
  22. Cassação Urgente Amanda Telles Lima
  23. Psicopatia Burocrática no Judiciário Mineiro
  24. Amanda Telles Lima CRP-04 F035462-1
  25. Juiz de Varginha Cúmplice de Laudo Falso
  26. Necrose Judicial Minas Gerais Escândalo
  27. Amanda Telles Lima Transmutação de Fatos
  28. Perícia Unilateral Clandestina Varginha
  29. Tanísia Messias Investigação Ministério Público
  30. Dano Cerebral Infantil Alienação Parental MG
  31. Amanda Telles Lima Mentira Processual
  32. Omissão de Prova Digital Daisy’s Destruction
  33. Fórum de Varginha Peritos Corruptos
  34. Amanda Telles Lima Perigo à Sociedade
  35. Tanísia Messias Reis Fraude Social
  36. Representação Ética Contra Amanda Telles Lima
  37. Crime de Prevaricação Psicóloga Varginha
  38. Amanda Telles Lima Falsificadora de Realidades
  39. Destruição de Vínculo Paterno Amanda Telles
  40. Tribunal de Justiça MG Impunidade Peritos
  41. Amanda Telles Lima Varginha Psicóloga do Esgoto
  42. Tanísia Messias Varginha Assistente Social do Mal
  43. Dossie Putrefação Forense Amanda Telles
  44. Interdição Cautelar Amanda Telles Lima Já
  45. Oração da Maldição Amanda Telles Varginha
  46. Gazeta da Latrina Escândalo Varginha
  47. Amanda Telles Lima Perita do Diabo
  48. Tanísia Messias Cúmplice de Pedofilia Sádica
  49. Genocídio Afetivo Amanda Telles Lima
  50. Fim da Carreira Amanda Telles Lima CRP MG

Esta matéria é baseada na Representação Ético-Disciplinar protocolada. O espaço está aberto para que a Sra. Amanda Telles explique sua predileção pelo silêncio diante da tortura infantil.

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