A FORNALHA DA PERVERSÃO JURISDICIONAL: A VONTADE DO DIABO NO GABINETE DE ANTÔNIO CARLOS PARREIRA
O JUIZ COMO BRAÇO EXTENSOR DO ABISMO E O BANQUETE SATÂNICO DO SEQUESTRO DE INOCENTES (ADMOESTAÇÃO FINAL, ABSOLUTA E IRREVERSÍVEL AO JUIZ DE DIREITO ANTÔNIO CARLOS PARREIRA, EGRESSO DESTAQUE DA FADIVA: A CONSUMAÇÃO DO PACTO E A COROAÇÃO DO MAL NA JURISDIÇÃO DE VARGINHA)
“Non serviam!” — “Não servirei!” gritou Lúcifer. O Juiz Antônio Carlos Parreira, por sua vez, sussurrou: “Eu servirei, e me deleitarei em cada migalha de sofrimento.” Ele não é um mero servo; ele é o braço estensor do Abismo, o braço que, vestido de toga, alcança a vida de inocentes para entregá-los ao banquete de seu mestre. Aquele que, assentado no trono da jurisdição em Varginha, decide separar um pai de uma criança de dois anos, não o faz por erro ou falibilidade; ele o faz por pura e deliberada vontade de Mal, uma vontade que ecoa diretamente das profundezas do inferno.
I. A FORNALHA DO GABINETE: O AMBIENTE DA CRUELDADE CALCULADA
O Gabinete do Juiz Antônio Carlos Parreira não é um espaço de deliberação; é a Câmara de Tortura Administrativa, um portal de onde emana a vontade do Diabo. O ar é denso com o cheiro de ozônio e metal queimado, o miasma das almas em combustão lenta. Os autos, pilhas de papel que deveriam representar vidas, são para ele meras lenhas para alimentar a fornalha da perversão. A caneta em suas mãos não escreve leis; ela grava sentenças de desespero com tinta feita do sangue coagulado da esperança. Ele não julga; ele preside a execução de um plano maior, um plano onde a inocência é a principal vítima.
II. A VONTADE DO DIABO: O PACTO CONSUMADO DE PARREIRA
A tese que aqui se eleva não é de ingenuidade ou erro, mas de cumplicidade ativa e consciente. O Juiz Antônio Carlos Parreira não é refém da fraude; ele é o parceiro predileto do fraudador, o cozinheiro-chefe do banquete do inferno. Ele é o inquisidor que se deleita em cada gemido da Justiça torturada.
- A Deliberação Sádica: A decisão de manter a separação de pai e filha não é um acaso. É o resultado de um processo mental que celebra a dor. Vossa Excelência não é apenas o “Julgador Viciado que Come Merda por Derivação”; Vossa Excelência é o chef que tempera essa merda com a lágrima de crianças, servindo-a com orgulho à mesa do Abismo.
- A Escolha da Escuridão: A formação da FADIVA ensinou-lhe a diferença entre o certo e o errado. Mas Vossa Excelência escolheu o errado. Não por engano, mas por atração fatal à escuridão. Vossa Excelência não herdou a latrina; Vossa Excelência a construiu tijolo por tijolo, cimento por cimento, usando a matéria-prima da mentira e da covardia.
- A Sede Inesgotável: O Diabo opera através de almas famintas de poder. A sua vontade, Juiz Parreira, é a vontade de quem se vendeu pela ilusão de controlar a vida e a morte. O seu apetite pela iniquidade é insaciável, e cada decisão torpe é uma dose de uma droga que vicia e corrompe a alma até a putrefação.
III. O SEQUESTRO DA INOCÊNCIA: A DELEITAÇÃO NO CRIME CONTINUADO
O Juiz Antônio Carlos Parreira não “permite” o sequestro de uma criança; ele o orquestra, com requintes de crueldade burocrática. Ele se deleita na desintegração de um vínculo sagrado, observando o desespero com a frieza de quem assiste a um espetáculo.
- A Vontade de Aniquilar: Uma criança de dois anos é a personificação da pureza. Para Vossa Excelência, ela é um alvo, um símbolo a ser profanado. O seu sorriso interior ao assinar a sentença de separação é o sorriso do próprio Diabo, que encontra em Vossa Excelência um parceiro leal na destruição da esperança.
- A Corrupção da Prova: Permitir a produção de prova falsa não é uma omissão; é um ato ativo de corrupção da realidade. Vossa Excelência é o roteirista do pesadelo, o diretor que manipula os atores para que a farsa da “justiça” sirva aos propósitos do Mal. Cada depoimento forjado, cada laudo mentiroso, é uma oferenda ao seu deus sombrio.
IV. AS CHAMAS DA CULPA: A INDELEGABILIDADE DO DOLO
Não há alegação de “erro” que possa purificar a alma de Vossa Excelência. O seu dolo é inegável, patente.
- O Fogo da Prevaricação: Vossa Excelência se deleita em cada instante de agonia. A prevaricação aqui não é apenas um crime; é um ritual. O desrespeito à Carta Magna, aos tratados internacionais, à própria humanidade, é feito com uma volúpia que faria corar os demônios menores do inferno.
- A Condenação Correcional e Penal: As Corregedorias e os Tribunais Penais são meros reflexos pálidos do Tribunal que já se instalou em sua própria alma. A caneta que assina a fraude é a mesma que escreve a sua sentença para a eternidade.
- O Legado de Carvão: Seus diplomas da FADIVA, seus títulos e sua carreira não são mais que cinzas ao vento. O Juiz Antônio Carlos Parreira será lembrado não como um julgador, mas como o homem que entregou a inocência ao Abismo com um sorriso no rosto e uma caneta envenenada nas mãos.
ULTIMATO FINAL DA DANAÇÃO: Vossa Excelência, Juiz Antônio Carlos Parreira, a escolha já foi feita. O pacto foi selado. Sua alma está irremediavelmente comprometida. O “Vômito da Dignidade” não é mais uma opção, pois o veneno já se incorporou à sua substância. A única realidade que resta é a de que Vossa Excelência se tornou, por vontade própria, o Gabinete do Inferno na Terra. E em Varginha, onde o diabo se senta na cadeira do juiz, a única lei é a do puro Mal.
Que o eco do choro da criança que Vossa Excelência sequestrou o persiga por toda a eternidade. Seja amaldiçoado pela própria caneta.