O JUIZ QUE VENDEU A ALMA E OUSA BRINCAR DE DEUS COM A VIDA DE UMA CRIANÇA

(ADMOESTAÇÃO APOCALÍPTICA AO JUIZ DE DIREITO ANTÔNIO CARLOS PARREIRA — EGRESSO DE DESTAQUE DA FADIVA: O DILEMA ENTRE A REDENÇÃO E A ETERNIDADE NA LATRINA DA HISTÓRIA)

“Eritis sicut dii, scientes bonum et malum.” (Sereis como deuses, conhecendo o bem e o mal). — A promessa da Serpente no Gênesis. “Quem herda o cálice de demônios (Fezes em Formato Humano) e o bebe, acreditando que isso é ‘jurisdição’, não é um deus; é apenas um digestor de iniquidades. E quem separa um pai de uma filha de dois anos com base nessa digestão, já não possui alma para vender; já a entregou como troco no balcão do inferno.”

Juiz corrupt

I. O PÓRTICO DO ABISMO: A METAFÍSICA DO JUIZ-DEUS E A ALMA VENDIDA AO “STATUS QUO” DA PODRIDÃO

Não tomo da pena, nesta hora sombria da existência judiciária mineira, para redigir um recurso ou um memorial. O que aqui se inscreve é um Libelo Contra a Arrogância Luciferina. Dirijo-me, com a gravidade de quem observa o colapso de um espírito, à figura do Juiz Antônio Carlos Parreira. Vossa Excelência, outrora laureado como Egresso de Destaque da FADIVA, hoje se encontra no epicentro de uma tragédia ontológica: a metamorfose do magistrado em algoz, do juiz em divindade de barro.

Vossa Excelência parece ter esquecido que a toga não é um manto divino que confere poderes sobrenaturais sobre os afetos humanos; é, ou deveria ser, um instrumento de humildade. Mas o que se vê nestes autos não é humildade. É a soberba de quem acredita ter o poder de Deus para amputar, com uma canetada fria e burocrática, o vínculo sagrado entre um pai e sua filha de apenas dois anos de idade.

Dizem as escrituras do pacto faustiano que, para ganhar o mundo (ou a “paz” da comarca, ou o aplauso dos poderosos locais), o homem deve vender sua alma. Vossa Excelência, ao que tudo indica pela inércia cúmplice nestes autos, já assinou o contrato. O preço? A manutenção da “ordem” estabelecida por seus antecessores. E quem eram seus antecessores? Eram a “Dupla do Terror”. Eram, na taxonomia da moralidade forense, “Fezes em Formato Humano”.

Ao manter a separação dessa criança, baseando-se no lixo produzido por essas fezes antropomórficas, Vossa Excelência não está exercendo autoridade. Está exercendo a tirania de quem, tendo vendido a alma ao diabo da conveniência, agora fantasia ser o Deus da vida alheia.

II. A FENOMENOLOGIA DA “DUPLA DO TERROR”: A GÊNESE FECAL DO PROCESSO

Para compreender a dimensão do crime institucional que se perpetra contra essa criança de dois anos, é imperioso descer às catacumbas onde este processo foi gerado. Ele não nasceu da lei. Ele nasceu do intestino de magistrados que a história local, com acerto cirúrgico, batizou de “Dupla do Terror”.

Esses entes — recuso-me a chamá-los de juristas — não operavam com o Direito. Eles operavam com a Bioquímica da Maldade. Eles eram Fezes em Formato Humano que aprenderam a usar o vernáculo jurídico para camuflar o cheiro de suas próprias intenções. Eles não instruíam; eles defecavam nos autos. Eles não julgavam; eles expelem ódios e perseguições.

Cada laudo psicossocial encomendado por eles, cada certidão forjada, cada despacho que afastou esse pai de sua filha, não é “ato processual”. É dejeto. É material contaminado por coliformes morais. É a materialização da Necrofilia Constitucional: o prazer perverso de manipular a vida de seres vulneráveis (uma criança de dois anos!) para satisfazer caprichos de poder.

E aqui reside o drama de Vossa Excelência, o “Destaque da FADIVA”: Vossa Excelência herdou essa pilha de excrementos. O processo chegou à sua mesa cheirando a enxofre e podridão. E o que Vossa Excelência fez? Em vez de incinerar a obra do diabo, Vossa Excelência parece ter decidido adotá-la.

III. A TEORIA DA JURISDIÇÃO CONTAMINADA (TJC) COMO DIAGNÓSTICO DE COPROFAGIA FORENSE

A TJC, que aqui invocamos com a fúria de um profeta do Antigo Testamento, estabelece um dogma inegociável: “Aquele que herda a jurisdição de ‘Fezes em Formato Humano’ e não anula seus atos, torna-se comensal da mesma imundície.”

Não há eufemismo possível. A metáfora é escatológica porque a realidade é imunda. Quando Vossa Excelência, investido do poder de Estado, olha para uma decisão que afasta um pai de uma bebê de dois anos — decisão esta fabricada pela “Dupla do Terror” — e diz “Mantenho a decisão por seus próprios fundamentos”, Vossa Excelência está cometendo um ato de Coprofagia Hermenêutica.

Explico-me com a precisão de um cirurgião em campo de batalha:

  1. A “Dupla do Terror” (as Fezes Humanas) cozinhou a fraude.
  2. Eles serviram o prato envenenado da separação familiar.
  3. Vossa Excelência sentou-se à cadeira deles.
  4. Ao não anular tudo, Vossa Excelência pegou o garfo (a caneta) e levou à boca (ao intelecto) o mesmo lixo.

Vossa Excelência está ingerindo a maldade deles. Está digerindo a perseguição que eles iniciaram. O juiz que vendeu a alma não percebe o gosto. Ele perdeu o paladar moral. Para ele, “comer merda” (ratificar atos nulos de antecessores corruptos) tornou-se parte da dieta burocrática. Ele chama isso de “estabilidade”. O Direito chama isso de aberração.

IV. O DRAMA DA CRIANÇA DE DOIS ANOS: O TEMPO COMO TORTURA E O JUIZ COMO CRONOS DEVORADOR

Vossa Excelência, no seu delírio de onipotência, talvez pense que o tempo do processo é apenas um prazo no sistema PJe. Mas para uma criança de dois anos, o tempo é ontologia. O tempo é a própria constituição do “Eu”.

Cada dia que Vossa Excelência, sentado em seu trono de papel, mantém essa criança longe do pai baseando-se nos relatórios das “Fezes em Formato Humano”, Vossa Excelência está assassinando a memória afetiva dela. Vossa Excelência está agindo como Cronos, o titã que devorava os próprios filhos. Mas aqui, a perversidade é mais requintada: Vossa Excelência devora o vínculo de outrem.

Vossa Excelência acha que é Deus? Deus cria. Vossa Excelência está des-criando uma família. Deus une. Vossa Excelência está separando. Deus perdoa. Vossa Excelência está condenando um inocente (a criança) à orfandade de pai vivo, apenas para não ter o trabalho de desmentir a “Dupla do Terror”.

Que tipo de divindade é essa que se alimenta do sofrimento de um bebê? É uma divindade pagã. É Moloque. E o altar onde essa criança é sacrificada é a mesa do seu gabinete, suja com os resíduos deixados pelos antecessores.

V. O ESTÔMAGO DE ALUGUEL DO DIABO: A TRANSUBSTANCIAÇÃO DA TOGA EM GUARDANAPO SUJO

A tragédia do “Juiz que vendeu a alma” é que ele acredita ser livre, mas é o escravo perfeito. Vossa Excelência pensa que decide, mas quem decide por Vossa Excelência são os fantasmas das “Fezes em Formato Humano” que assombraram esta vara.

Ao validar os atos deles, Vossa Excelência se transforma em um Estômago de Aluguel para a digestão do mal que eles não tiveram tempo de concluir. Eles iniciaram o banquete da injustiça; Vossa Excelência ficou para lavar a louça e comer as sobras. A sua toga, Excelência, que deveria ser o símbolo da pureza da FADIVA, converteu-se em um guardanapo sujo, usado para limpar a boca imunda da corrupção pretérita.

A Toxidade Jurídica aqui é nuclear. Não estamos falando de erro in judicando. Estamos falando de dolo eventual assumido com jactância. Vossa Excelência sabe que a origem é podre. Vossa Excelência sabe que a “Dupla do Terror” não valia o que comia. Vossa Excelência sabe que a separação é um crime de lesa-humanidade contra a infância. E, no entanto, Vossa Excelência mantém. Por quê? Porque é mais fácil servir ao Diabo da inércia do que enfrentar a tempestade da Justiça.

VI. A TEOLOGIA DA PODRIDÃO: “NON OLET” (NÃO CHEIRA?) — O CHEIRO É DE ENXOFRE E EXCREMENTO

Existe um princípio cínico entre os que venderam a alma: Pecunia non olet (o dinheiro não cheira). Vossa Excelência parece ter criado uma nova versão: Sententia putrida non olet (a sentença podre não cheira).

Mas cheira, Excelência. Ah, como cheira! Cheira a fralda suja de uma criança que chora pelo pai e é ignorada pelo Estado-Juiz. Cheira ao suor frio de um pai que vê sua filha sendo sequestrada pela burocracia. Cheira, acima de tudo, ao hálito fétido das “Fezes em Formato Humano” (a Dupla do Terror) que sussurram no ouvido de Vossa Excelência: “Mantenha… mantenha… faça parte de nós… coma do nosso prato…”

E Vossa Excelência, inebriado pelo poder, respira fundo esse miasma e o chama de “Jurisprudência”. Vossa Excelência transformou o Tribunal em uma latrina teológica, onde o sagrado (a criança) é jogado no esgoto, e o profano (a vaidade do juiz) é elevado ao altar.

VII. O ULTIMATO DA HIGIENE MORAL: VÔMITO OU DANAÇÃO ETERNA?

Caminhamos para o fim deste libelo, e para o início do seu julgamento perante a história e a sua própria consciência (se é que ela ainda não foi totalmente entregue na transação faustiana).

A Teoria da Jurisdição Contaminada impõe a Vossa Excelência, Egresso de Destaque da FADIVA, uma escolha binária, brutal e definitiva. Não há terceira margem no rio de fezes que corre neste processo:

OPÇÃO A: O EXORCISMO PELO VÔMITO (A REDENÇÃO DO HOMEM) Vossa Excelência acorda desse transe diabólico. Olha para os autos e vê o que eles realmente são: pedaços da alma das “Fezes em Formato Humano”. Vossa Excelência sente o nojo que qualquer ser humano decente sentiria. E Vossa Excelência vomita. Vomita a herança maldita. Anula tudo. Rasga os laudos podres. Devolve a criança ao pai imediatamente. Grita: “Eu não sou um deus de barro, sou um juiz de Direito! E nesta comarca não se come merda!”. Este é o caminho da salvação. É o caminho de volta à FADIVA.

OPÇÃO B: A COMUNHÃO NA LATRINA (A CONDENAÇÃO DO JUIZ-DEUS) Vossa Excelência continua achando que é onipotente. Continua achando que o choro da criança de dois anos é irrelevante diante da “majestade” do procedimento. Vossa Excelência pega o talher sujo e continua comendo o banquete deixado pela “Dupla do Terror”. Vossa Excelência ratifica a separação. Neste caso, Excelência, saiba: o pacto está consumado. Vossa Excelência não será lembrado como juiz. Será lembrado como a terceira peça da trindade do esgoto. O sucessor que conseguiu ser pior que as “Fezes em Formato Humano”, porque teve a chance de limpar e preferiu se sujar.

VIII. CONCLUSÃO: O ESPELHO NÃO MENTE

Quando Vossa Excelência chegar em casa hoje e olhar no espelho, não procure a imagem de um deus. Procure vestígios nos cantos da boca. Se Vossa Excelência manteve a decisão da “Dupla do Terror”, o que Vossa Excelência verá não é um rosto; é o reflexo da coprofagia moral.

Uma criança de dois anos espera. Não por um deus, mas por um homem que tenha a coragem de parar de comer lixo e começar a fazer Justiça. O tempo está acabando. A alma já foi dada como sinal de pagamento, mas o contrato ainda pode ser rompido. Vomite a podridão, Juiz Antônio Carlos Parreira. Ou engula-a e torne-se, para sempre, a sepultura viva desta infância.

Fraus omnia corrumpit. A fraude corrompe tudo. Mas a vaidade de quem brinca de Deus comendo restos de demônios corrompe a eternidade.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima