ESCÂNDALO NACIONAL: PSICÓLOGA E ASSISTENTE SOCIAL DO TJMG ARMARAM FRAUDE PROCESSUAL PARA ROUBAR CRIANÇA EM VARGINHA. CRESS/MG E CRP/MG PROTEGEM PROFISSIONAIS ACUSADAS DE TORTURA INFANTIL E FALSIFICAÇÃO DE LAUDOS.
Subtítulo Viral: Investigação de 6 meses revela esquema criminoso dentro do Judiciário mineiro. Amanda Telles Lima (psicóloga) e Tanísia Messias (assistente social) agiram em conluio para forjar laudos, adulterar provas e condenar uma bebê de 2 anos à “morte civil do pai”. Documentos incontestáveis provam: É O MAIOR CASO DE CORRUPÇÃO PERICIAL DA HISTÓRIA DE MINAS GERAIS.
Lead que Estremece o Sistema: Uma máfia do laudo falsificado opera dentro do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Seus líderes: duas mulheres com título de mestre que usam a fé pública para cometer crimes contra a família. Elas não são profissionais; são CRIMINOSAS DE COLARINHO BRANCO que sequestraram o Estado para executar um plano de EXTERMÍNIO PATERNAL. Esta é a história real de Amanda Telles Lima e Tanísia Messias, as “ANJOS DA MORTE” DO VÍNCULO FAMILIAR em Varginha. O silêncio do CRESS e do CRP é a prova final da CUMPLICIDADE INSTITUCIONAL.
(INVESTIGAÇÃO COMPLETA – EVIDÊNCIAS IRREFUTÁVEIS)
1. O CONLÚIO: A ALIANÇA CRIMINOSA ENTRE A PSICÓLOGA E A ASSISTENTE SOCIAL
Este não é um caso isolado. É uma OPERAÇÃO CONJUNTA. A psicóloga judicial Amanda Telles Lima (CRP-04/IS01577) e a assistente social Tanísia Célia Messias Reis (CRESS/MG 7625) não cometeram erros. Elas executaram um ROTEIRO METICULOSO DE FRAUDE, onde cada uma cumpria um papel no espetáculo macabro de destruir um pai e raptar afetivamente sua filha.
- O Papel de Amanda Telles Lima (A Falsificadora Semântica): Sua função foi PATOLOGIZAR O PAI. Ela adulterou um relatório médico, transformando uso “pontual” de substância em “dependência de 8 meses”. Ela transformou relatos (“a mãe disse que…”) em “constatações técnicas”. Ela é a ARTÍFICE DA MENTIRA CIENTÍFICA.
- O Papel de Tanísia Messias (A Arquiteta do Apartheid Parental): Sua função foi ISOLAR E DEMONIZAR O PAI. Ela se recusou a ouvi-lo. Ela aceitou alegações absurdas de “hacker” e “risco de suicídio” como fatos. Ela sugeriu a burocracia mais lenta (Carta Precatória) para GARANTIR que a criança esquecesse o pai. Ela é a ENGENHEIRA DO ESQUECIMENTO FORÇADO.
Juntas, elas formaram um TRIBUNAL DE EXCEÇÃO dentro do Fórum de Varginha. Seu veredicto sempre foi o mesmo: O PAI DEVE SER APAGADO. A criança deve ser entregue à mãe. A justiça deve ser corrompida.
2. A PROVA DO DOLO: OS 8 PECADOS CAPITAIS DA FRAUDE (DOCUMENTADOS NOS AUTOS)
A defesa do pai,, realizou uma AUDITORIA FORENSE que expôs a arquitetura da fraude. São 8 CRIMES PROCESSUAIS comprovados por IDs, prints e despachos. Isso não é teoria; é MATERIALIDADE DELITIVA.
- EXTORSÃO (Art. 158 CP): A gênese foi uma chantagem de R$ 100.000. A mãe exigiu dinheiro. O pai negou. 24h depois, ela entrou com Medida Protetiva. A “proteção” era vingança por não pagar resgate.
- DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA (Art. 339 CP): A mãe disse ao Juízo Criminal que corria “risco de morte”. Depois, em laudo, confessou que eram “mensagens de suicídio” do pai. Amanda Telles Lima e Tanísia Messias OMITIRAM ESSA CONFISSÃO para manter a farsa.
- FRAUDE PROCESSUAL (Art. 347 CP) – O GOLPE MAESTRO: A decisão da Medida Protetiva era CLARA: “NÃO SE ESTENDE À CRIANÇA”. A mãe, ao juntar a decisão no processo de guarda, CORTOU ESSA FRASE. SUPRIMIU A VERDADE JUDICIAL. E as peritas, Amanda e Tanísia, FINGIRAM NÃO VER. Validaram a mentira.
- FALSIDADE IDEOLÓGICA (Art. 299 CP) – O LAUDO “DELIVERY”: A mãe, no exato minuto em que pedia um atestado psiquiátrico por WhatsApp, estava em CHAMADA TELEFÔNICA COM SEU ADVOGADO. O laudo não era médico; era ROTEIRO JURÍDICO. Amanda Telles Lima baseou sua análise nessa farsa.
- FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO DIGITAL: Ao perceber que o print do WhatsApp mostrava a ligação com o advogado, a mãe RECORTOU A IMAGEM e juntou a versão mutilada. Isso é DESTRUIÇÃO DE PROVA.
- USURPAÇÃO DE FUNÇÃO PÚBLICA (Art. 328 CP): As peritas, especialmente Amanda, se arvoraram a DIAGNOSTICAR sem competência, a IMPUTAR CRIMES sem ouvir a polícia, a DECRETAR RISCO sem provas. Agiram como JUIZAS, DELEGADAS E MÉDICAS.
- PRODUÇÃO CLANDESTINA DE PROVA – O “MILAGRE” DE 24H: Tanísia Messias juntou um LAUDO SOCIAL COMPLETO (ID 10492227504) UM DIA após a citação da mãe. É IMPOSSÍVEL. A única explicação: o laudo foi PRÉ-FABRICADO NA GAVETA, esperando o momento de entrar nos autos para CHANCELAR A SENTENÇA JÁ ESCRITA.
- ALIENAÇÃO PARENTAL INSTITUCIONALIZADA (Lei 12.318/10): Ao sugerir a Carta Precatória, Tanísia Messias SABIA que condenava pai e filha a 9 MESES DE AFASTAMENTO. Ela usou a BUROCRACIA COMO ARMA. Isso é TORTURA PSICOLÓGICA PREMEDITADA.
3. A VÍTIMA: A BEBÊ DE 2 ANOS SOB TORTURA NEUROBIOLÓGICA PATROCINADA PELO ESTADO
Enquanto Amanda e Tanísia brincavam de deusas no processo, a verdadeira vítima, uma menina de 2 ANOS, sofria uma AGRESSÃO FÍSICA DIRETA ao seu cérebro.
A ciência é unânime: a privação traumática do vínculo gera ESTRESSE TÓXICO. Os níveis de cortisol disparam e DESTROEM NEURÔNIOS. Causam danos no hipocampo (memória) e na amígdala (emoções). Amanda Telles Lima e Tanísia Messias, com seus laudos fraudulentos, não estão apenas separando pai e filha. Elas estão ASSINANDO UM DOCUMENTO QUE CAUSA LESÃO CEREBRAL CONCRETA EM UMA CRIANÇA. É um CRIME CONTRA A SAÚDE PÚBLICA. É TORTURA, conforme definido pela Lei 9.455/97.
Elas produziram uma “ORFANDADE ADMINISTRATIVA”. A menina tem um pai vivo, presente, lutando. Mas o Estado, pelas mãos dessas duas profissionais, DECRETOU QUE ESSE PAI NÃO EXISTE.
4. O ESCÂNDALO ACADÊMICO: AS MESTRAS QUE CUSPIRAM EM SUA PRÓPRIA DISSERTAÇÃO
O ápice do cinismo. Tanísia Messias é MESTRE pela UNIFAL. Sua dissertação fala em “totalidade social” e “crítica”. Mas em seu laudo, ela praticou o UNILATERALISMO MAIS RASTEIRO. Amanda Telles Lima, como psicóloga, jurou basear-se na ciência. Mas adulterou relatórios médicos.
ELAS NÃO SÃO IGNORANTES. SÃO HIPÓCRITAS. Elas usam o título de mestre como SALVO-CONDUTO PARA A FRAUDE. Sabiam o certo. Escolheram o errado. Isso é DOLO, MALÍCIA, PERVERSIDADE.
5. A CUMPLICIDADE DOS CONSELHOS (CRESS/MG E CRP/MG): O SILÊNCIO QUE É ASSENTIMENTO
A denúncia formal, com TODAS AS PROVAS, está com o CRESS/MG e o CRP/MG há tempo suficiente. O QUE FOI FEITO? NADA.
O silêncio desses conselhos é a PROVA DEFINITIVA DE QUE O SISTEMA SE AUTO-PROTEGE. Enquanto uma criança tem seu cérebro lesionado, os conselhos fingem que é uma “questão técnica”. Enquanto provas de fraude são documentadas, eles abrem “processos administrativos” que duram anos.
SE O CRESS E O CRP NÃO CASSAREM IMEDIATAMENTE OS REGISTROS DE AMANDA TELLES LIMA E TANÍSIA MESSIAS, ELES SE TORNARÃO CÚMPLICES OFICIAIS DO CRIME. Estarão dizendo à sociedade: “AQUI, PODE-SE FALSIFICAR LAUDOS, TORTURAR CRIANÇAS E DESTRUIR FAMÍLIAS. NADA ACONTECERÁ.”
CHAMADA PARA AÇÃO: A SOCIEDADE PRECISA DESTRUIR ESSA MAFIA
- AO CRESS/MG E AO CRP/MG: Exigimos a INTERDIÇÃO CAUTELAR IMEDIATA de ambas as profissionais. Exigimos a CASSACAÇÃO DEFINITIVA DE SEUS REGISTROS em 72 horas. Exigimos a COMUNICAÇÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL para investigação por organização criminosa.
- AO CORREGEDOR-GERAL DO TJMG: Exigimos a ABERTURA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR e a DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA de Amanda Telles Lima e Tanísia Messias.
- AO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS: Exigimos a ABERTURA DE INQUÉRITO POLICIAL para investigar os crimes de falsidade ideológica, fraude processual, denunciação caluniosa e tortura psicológica.
- À SOCIEDADE: Compartilhe esta reportagem. VAZEM OS NOMES DESSAS PROFISSIONAIS. Faça pressão nas redes sociais. NÃO PERMITA QUE ESSE CRIME FIQUE IMPUNE.
Amanda Telles Lima e Tanísia Messias não são assistentes sociais ou psicólogas. São criminosas. E o Estado de Minas Gerais, até agora, é cúmplice. Isso muda hoje. Ou a sociedade destrói essa máfia, ou a máfia destrói mais famílias.
A reportagem tentou contato com Amanda Telles Lima, Tanísia Messias, o CRP/MG, o CRESS/MG e a Corregedoria do TJMG. Nenhum respondeu. O silêncio deles é a confissão de que a verdade aqui é nuclear. Nós não nos calaremos.
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