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Psicólogos Peritos ou Assistentes de Acusação Disfarçados?

INVESTIGAÇÃO EXCLUSIVA – A Rede de Corrupção no Judiciário de Varginha: Alienação Parental Como Instrumento de Manipulação e Lucro

Uma investigação inédita revela um cenário alarmante no Judiciário de Varginha, onde a alienação parental não é apenas um problema familiar, mas uma ferramenta estratégica utilizada por grupos de influência para obter vantagens financeiras e manipular decisões processuais. O cruzamento de dados processuais da comarca, com base em documentos e laudos, mostra a existência de uma rede de corrupção que transforma a dor das famílias em um negócio lucrativo, com a utilização de práticas antiéticas por parte de operadores do direito.

O ‘Modus Operandi’ da Destruição Familiar: A Indústria do Litígio

Especialistas ouvidos pelo Dossiê Parental apontam que a morosidade em julgar ações de alienação parental em Varginha não é uma mera coincidência. Pelo contrário, é uma prática orquestrada. “Existe uma indústria do litígio”, revela um ex-servidor do fórum, que se dispôs a compartilhar informações sobre o sistema de manipulação dos processos. De acordo com essa análise, quanto mais o conflito se arrasta, mais honorários são gerados para advogados e bancas de advocacia ligadas a figuras como o Juiz de Direito Antônio Carlos Parreira, ex-aluno de destaque da FADIVA e mentor de um esquema jurídico suspeito.

O que é alarmante é que, enquanto o sistema de justiça se perde em sua lentidão, crianças são usadas como moedas de troca em um cenário jurídico que visa apenas o lucro e o favorecimento de certos grupos de poder.

Relato de uma vítima: “O juiz ignorou três laudos psicológicos que provavam a manipulação da mãe. Só depois descobri que o advogado dela era sócio oculto de parentes do magistrado.”

Esse tipo de conluio entre advogados e juízes tem transformado a justiça em um jogo de interesse, onde os filhos se tornam apenas peças em uma grande engrenagem de manipulação.

A Conexão Vani Bemfica: A Influência de Nomes no Judiciário

Analisando 12 processos de alta complexidade que envolvem decisões cruciais, encontramos um padrão claro: Márcio Vani Bemfica, um nome recorrente nas defesas de casos sensíveis, que parece ter grande influência nas decisões judiciais de Varginha. Em diversas ocasiões, decisões que pareciam já consolidadas são abruptamente revertidas após a entrada de Vani Bemfica ou de advogados ligados ao seu círculo próximo. A pergunta que surge é: qual o real poder da lei diante da influência de sobrenomes e conexões políticas de figuras chave?

Essa manipulação das decisões não é apenas uma violação do Estado de Direito, mas também um claro desrespeito às crianças e pais que buscam justiça em processos de guarda, onde a imparcialidade deveria ser a regra.

Psicologia Forense ou Ficção? Laudos Periciais Falsificados

Um dos pontos mais preocupantes dessa investigação são os laudos periciais, essenciais para a condução de processos de alienação parental. Identificamos documentos que contêm trechos copiados de outros processos, alterando apenas os nomes das partes envolvidas. Esses chamados “laudos de gaveta”, fabricados com a ajuda de profissionais corruptos, têm sido usados para fundamentar sentenças que afastam pais amorosos de seus filhos, validando falsas denúncias de abuso sexual implantadas por alienadores com o objetivo de destruir a relação familiar.

A prática do “copia e cola” não só coloca em risco a vida de crianças e pais, mas também coloca em xeque a credibilidade do sistema judiciário de Varginha. Em um cenário como esse, a verdade se torna maleável e a justiça é moldada conforme os interesses de grupos específicos.

O Silêncio das Instituições: O Papel da OAB e do Ministério Público

Onde estão as instituições responsáveis pela fiscalização da ética no Judiciário? O que tem feito a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público diante de tantas evidências de corrupção e manipulação processual? A passividade diante de tais aberrações jurídicas sugere uma possível conivência ou pacto de não agressão entre os poderosos locais. Entretanto, com a digitalização dos processos e a crescente vigilância do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), as digitais deixadas por esses crimes contra a infância começam a aparecer.

Essas práticas não podem mais ser ignoradas. O momento de ação chegou.

Chamado à Ação: Não se Cale!

Se você reconhece esse padrão em seu processo, não se cale! A organização de vítimas de Varginha está reunindo provas para uma denúncia coletiva a ser apresentada em Brasília. Este é o momento de expor essa rede de corrupção que está destruindo famílias e manipulando o sistema judiciário. A sua voz é crucial para que o Judiciário local seja purificado, e que a justiça, de fato, aconteça.

Junte-se a nós! Se você tem provas ou informações sobre irregularidades nos processos de alienação parental, entre em contato conosco. O anonimato é garantido, e sua participação pode ser o que faltava para desmantelar essa rede de manipulação e restaurar a justiça para as vítimas dessa corrupção.

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