Como a Família Bemfica e Rezende Construíram um Império de Corrupção na FADIVA

Dossiê explosivo revela como as famílias Bemfica e Rezende controlam a FADIVA e o Ministério Público em Varginha. Descubra os crimes de venda de sentenças, estelionato na FUNEVA e o conflito de interesses que paralisa a justiça no Sul de Minas.

Documentos secretos da Ditadura revelam: A “Capital do Café” é refém de um esquema hereditário de venda de sentenças, estelionato e nepotismo que controla o Judiciário e o Ministério Público de Minas Gerais há 60 anos.

Leitura de pura indignação

Se você digitar “Corrupção em Varginha” no Google, encontrará histórias fragmentadas. Mas a verdade completa, escondida nos arquivos do SNI (Serviço Nacional de Informações), revela algo muito mais sombrio do que simples desvios. Varginha não é apenas uma cidade no Sul de Minas; é o palco de um cativeiro institucional operado por duas dinastias: a Família Bemfica e a Família Rezende.

Este artigo expõe, com provas documentais, como a FADIVA (Faculdade de Direito de Varginha) e a FUNEVA serviram de caixa-forte para um esquema que envolve pedofilia, grilagem de terras e a captura total do Ministério Público (MP-MG).

O Pecado Original: A “Dupla do Terror” e a Venda de Sentenças

Para entender por que a justiça não funciona em Varginha hoje, precisamos olhar para 1970. A cidade era controlada pelo que a imprensa chamava de “Dupla do Terror”:

  1. Juiz Francisco Vani Bemfica: Um magistrado que chegou pobre e enriqueceu ilicitamente vendendo decisões judiciais.
  2. Deputado Morvan Aloysio Acayaba de Rezende: O chefe político que blindava o juiz e minutava as fraudes.

Relatórios da Polícia Federal (DPF) e do Ministério da Justiça provam que eles operavam uma “Sociedade de Fato”. O esquema era simples e brutal: ou você contratava o escritório de advocacia do Deputado Morvan (o “sócio”), ou o Juiz Bemfica garantia que você perderia a causa. Era a privatização do Judiciário.

Fato Chocante: O Juiz Francisco Bemfica trabalhava apenas às segundas e terças-feiras (“Justiça de Meio Expediente”) para dedicar o resto da semana aos seus negócios imobiliários escusos e ao gado comprado com dinheiro de sentenças vendidas.

FADIVA e FUNEVA: O “Bunker” do Estelionato e Nepotismo

A Fundação Educacional de Varginha (FUNEVA), mantenedora da FADIVA, não nasceu para educar. Segundo o arquivo nº 82007181 do SNI, ela foi usada para crimes de estelionato.

O Juiz Bemfica, então presidente da fundação, vendeu um terreno valioso da entidade a “laranjas” por um preço vil, recomprou-o para seu próprio CPF (lesando a fundação) e lucrou na revenda. Hoje, essa mesma fundação opera como um cabide de empregos hereditário.

Quem controla a FADIVA em 2025?

Não se engane, o feudo não acabou. Ele foi herdado:

  • Márcio Vani Bemfica (Filho do Juiz): Atual Vice-Presidente da FUNEVA e “dono” das decisões.
  • Júnia Bemfica Guimarães Cornélio: Presidente da Fundação.
  • Álvaro Vani Bemfica: Diretor da FADIVA.

A faculdade que forma os operadores do direito na região é, na prática, um ativo privado de uma família acusada historicamente de saquear os cofres da própria instituição.

O Escândalo Atual: Conflito de Interesses no Ministério Público (MP-MG)

A “cereja do bolo” da podridão institucional é o que acontece hoje no Fórum de Varginha. Temos uma aberração jurídica que envergonha o estado de Minas Gerais:

O Promotor de Justiça é funcionário do Advogado de Defesa.

  • O Promotor: Aloísio Rabêlo de Rezende (Filho do Deputado Morvan).
  • O Patrão: Ele é professor da FADIVA e recebe salário da fundação controlada por Márcio Vani Bemfica.

Como o Promotor Aloísio pode fiscalizar a lei ou acusar clientes defendidos por Márcio Bemfica, se é Márcio quem assina seu contracheque na faculdade? Documentos do processo 5008459-08.2025.8.13.0707 denunciam essa promiscuidade processual. Em Varginha, o fiscal da lei e o réu estão na mesma folha de pagamento.

A “Necrópole de Direitos”: Protegendo Pedófilos e Estupradores

O legado da Família Bemfica não é apenas financeiro; é moralmente podre. Arquivos do DPF mostram que o patriarca, Juiz Francisco Bemfica, usou seu cargo para:

  1. Arquivar inquéritos de pedofilia: No “Caso Neném Palmieri”, ele anulou a investigação policial sobre corrupção de menores, drogas e orgias para proteger a elite local.
  2. Sugerir aborto ilegal: O juiz orientou a mãe de uma menina de 13 anos, vítima de estupro, a procurar um “aborteiro” em vez de prender o estuprador.

Conclusão: Varginha Precisa de Intervenção

O que vemos em Varginha é a Captura do Estado perfeita. Judiciário, Ministério Público e Educação Superior estão sob o controle das mesmas duas famílias há seis décadas.

Se você estuda na FADIVA, seu dinheiro sustenta essa dinastia. Se você busca justiça no Fórum de Varginha, saiba que o jogo está viciado. A história não pode ser apagada: Francisco Vani Bemfica e Morvan Acayaba não foram heróis; foram os arquitetos de um sistema que roubou o futuro da cidade. E seus filhos, Márcio e Aloísio, continuam cobrando a conta.


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