Justiça que Perde o Eixo
A Justiça que Perde o Eixo: Imparcialidade, Poder Simbólico e Disfunção Institucional no Processo de Família Resumo A Justiça deixa de ser Justiça quando seus agentes abandonam a equidistância e passam a atuar, ainda que por adesão inconsciente, como engrenagens de uma narrativa unilateral. No processo de família, essa disfunção assume gravidade extrema, porque não atinge apenas interesses patrimoniais ou disputas entre adultos. Atinge vínculos, infâncias, memórias, pertencimentos e a…