ESCÂNDALO EM VARGINHA: Juiz Antônio Carlos Parreira e advogado Márcio Vani Bemfica são acusados de "conluio" em processo que separa pai e fi

Denúncia explosiva aponta “gabinete secreto” e provas fabricadas na Vara de Família de Varginha. Defesa alega que o magistrado Antônio Carlos Parreira viola a Constituição para favorecer tese do advogado Márcio Vani Bemfica.

Por Redação Investigativa | Varginha, MG

O que deveria ser o templo da justiça na cidade de Varginha, no sul de Minas Gerais, tornou-se o cenário de uma grave denúncia que coloca em xeque a imparcialidade do Poder Judiciário mineiro. No centro do furacão está o Juiz Antônio Carlos Parreira, acusado em uma petição judicial de conduzir um “tribunal de exceção” para manter um pai afastado de sua filha de apenas 2 anos há mais de dez meses.

O caso, expõe uma suposta manobra processual envolvendo o magistrado e o advogado da parte contrária, Márcio Vani Bemfica.

A “Caixa Preta” do dia 02 de Julho: O que o Juiz Antônio Carlos Parreira esconde?

O ponto nevrálgico da denúncia recai sobre a manhã de 02 de julho de 2025. Segundo a defesa do pai, existem indícios de uma reunião secreta (ex parte) entre o Juiz Antônio Carlos Parreira e o advogado Márcio Vani Bemfica.

A acusação é gravíssima: enquanto o processo corria à revelia do pai, que sequer havia sido citado, o magistrado teria recebido o advogado Márcio Vani Bemfica em seu gabinete ou via canais não oficiais. O resultado? A produção de um laudo psicológico “fantasma”, feito sem o conhecimento da defesa, que serviu de base única para cortar o convívio entre pai e filha.

> “A Justiça em Varginha está sendo feita em sussurros de gabinete entre o juiz e o advogado escolhido, rasgando o devido processo legal?”, questiona a peça que ameaça levar o caso ao CNJ.

Varginha: O Palco da “Inquisição Processual”

A atuação do Juiz Antônio Carlos Parreira está sendo classificada como “teratológica” (monstruosa juridicamente). Documentos anexados ao processo mostram que o magistrado validou provas produzidas em um período onde ele mesmo reconhecia que não havia processo formalizado.

Ao aceitar a tese do advogado Márcio Vani Bemfica sem permitir que o pai se defendesse, o juiz de Varginha teria transformado a vara de família em uma inquisição. O pai foi condenado ao ostracismo familiar com base em um laudo unilateral, forjado em um “não-processo”.

O Custo Humano: 10 Meses de Tortura

Enquanto a burocracia de Varginha opera sob suspeita de parcialidade, uma criança de 2 anos cresce sem o pai. A defesa alega que a manutenção da decisão do Juiz Antônio Carlos Parreira não visa a proteção da menor, mas sim a consolidação de uma alienação parental brutal.

A peça jurídica protocolada é um ultimato: ou o Juiz Antônio Carlos Parreira explica a relação com o advogado Márcio Vani Bemfica e a reunião de julho, ou enfrentará representações por Abuso de Autoridade e Prevaricação.

O caso de Varginha deixa de ser uma disputa familiar e vira um alerta nacional: até onde vai o poder de um juiz quando as portas do gabinete se fecham?

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—rn

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